PPC - Ensino de Ciências e Saúde Única

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Especialização em Ensino de Ciência e Saúde Única_FINAL.pdf
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                    ICBS

Instituto de Ciências
Biológicas e da Saúde

Maceió
2025

SUMÁRIO
1.

CONTEXTO EDUCACIONAL.......................................................................................... 5

2.

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS ....................................................................................10

3.

JUSTIFICATIVA ..............................................................................................................13

4.

OBJETIVO DO CURSO ..................................................................................................15

5.

PERFIL DO EGRESSO E ÁREAS DE ATUAÇÃO: ......................................................16

6.

RECURSOS HUMANOS.................................................................................................19
6.1.

Corpo Docente do Curso ............................................................................... 19

6.1.1.

Experiê ncia no Exercı́cio da Docê ncia na Educaçã o a Distâ ncia: .......... 20

6.2.

Coordenaçã o Geral do Curso ........................................................................ 21

6.3.

Coordenaçã o de Tutoria do Curso ............................................................... 22

6.4.

Coordenaçã o Pedagó gica do Curso .............................................................. 23

6.5.

Equipe Multidisciplinar ................................................................................ 24

6.6.

Representaçã o Discente ............................................................................... 24

6.7.

Secretaria Acadê mica.................................................................................... 25

6.8.

Corpo de Tutores do Curso ........................................................................... 25

6.8.1.

Atividades de Tutoria................................................................................ 25

6.8.2.
Conhecimentos, Habilidades e Atitudes Necessá rias à s Atividades de
Tutoria .................................................................................................................... 26
6.8.3.

Experiê ncia no Exercı́cio da Tutoria na Educaçã o à Distâ ncia: ............. 26

6.8.4.

Titulaçã o e Formaçã o do Corpo de Tutores do Curso: ........................... 26

6.8.5.
Interaçã o entre Tutores (Presenciais – quando for o caso – e a Distâ ncia),
docentes e Coordenadores de Curso a Distâ ncia: ................................................... 26
7.

8.

MATRIZ CURRICULAR ................................................................................................27
7.1.

Concepçã o Curricular e Organizaçã o do Curso........................................... 27

7.2.

Fluxograma das Disciplinas por Semestre Letivo ....................................... 28

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS ...............................................30

9.

ATIVIDADE DE INTEGRAÇÃO ...................................................................................34

10. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ................................................................35
11. INTEGRAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ...................................38
12. METODOLOGIA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ................................................39
12.1.

Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) .......................................... 40

12.2.

AVA................................................................................................................. 40

13. MATERIAL DIDÁTICO DO CURSO ............................................................................42
Referências ............................................................................................................................45

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IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Instituição Responsável

Universidade Federal de Alagoas (UFAL)

Unidade Acadêmica

Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde

Nome do curso

Especialização em Ensino de Ciências e Saúde
Única

Certificação conferida

Pós-graduação lato sensu

Modalidade

À distância

Título conferido

Especialista em Ensino de Ciências e Saúde Única

Total de CH do curso

420h

Total de CH do TCC

60h

Índice de absenteísmo aceito

25%

Vagas

150 vagas

Início do curso

Agosto de 2025

Término do curso

Fevereiro de 2027

Duração

18 meses

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1. CONTEXTO EDUCACIONAL
O conceito de Saú de Uh nica/Uma Só Saú de vem ganhando cada vez mais espaço
nas discussõ es acadê micas e cientı́jicas, especialmente nas á reas relacionadas à
saú de, meio ambiente e biodiversidade. Essa abordagem reconhece a
interdependê ncia entre a saú de humana, animal, vegetal e ambiental,
compreendendo que os desequilı́brios em qualquer um desses elementos pode
impactar diretamente os demais. Carneiro e Pettan-Brewer (2021) destacam que a
Saú de Uh nica é , por essê ncia, interdisciplinar, envolvendo tanto questõ es bioló gicas
quanto sociais e mobilizando diferentes sujeitos em diversos contextos, sejam eles
locais ou globais. Sua base se sustenta na articulaçã o entre Saú de Humana, Saú de
Animal, Saú de Vegetal e Saú de Ambiental.
Esse entendimento continua a se desenvolver, impulsionado pela necessidade
de interpretar as complexas relaçõ es que regulam o equilı́brio da natureza e suas
consequê ncias para a vida como um todo. Nesse sentido, torna-se essencial ampliar
as perspectivas sobre o tema, considerando os mú ltiplos fatores que injluenciam o
ambiente e, consequentemente, a saú de em suas diversas dimensõ es.
Mackenzie e Jeggo (2019) destacam que os problemas de saú de extrapolam
fronteiras e á reas do conhecimento, nã o dizem respeito a uma só espé cie, estã o
ligados a vá rios fatores ambientais, nã o sã o somente ecoló gicos e tampouco somente
mé dicos. Envolve de modo integrado cadeias alimentares, a resistê ncia
antimicrobiana, a interferê ncia humana nos ciclos, bem como questõ es polı́ticas,
econô micas, resultados de estudos cientı́jicos, biossegurança, com atençã o à perda
de biodiversidade, equilı́brio ecoló gico, desenvolvimento de endemias e epidemias
e outras questõ es que podem ser discutidas como resultado a relaçã o com a
natureza, considerando inclusive o impacto social.
A compreensã o da Saú de Uh nica é basilar para a tomada de atitude dos sujeitos
frente à preservaçã o do seu meio, cuidado com os seres vivos e a noçã o de que a
intervençã o humana no meio tem efeitos sistemá ticos que causam danos à saú de do
pró prio ser humano, sendo essa parte integrante de um todo. Por meio de
entendimentos de base ecoló gica, evolutiva, jisioló gica, ambiental, social e a
articulaçã o entre elas, podem se conjigurar a construçã o de um conhecimento de
sujeitos frente a uma visã o de saú de que se integra. Nessa linha de raciocı́nio, a

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discussã o sobre Saú de Uh nica, concentrada em estudos de Ensino Superior e em
á reas especı́jicas de pesquisa e atuaçã o, poderia estar presente també m na Educaçã o
Bá sica, a princı́pio no componente Curricular Ciê ncias da Natureza, sendo a á rea na
qual mais concentram discussõ es sobre processos, fenô menos e estruturas que
tratam de saú de, meio ambiente, biodiversidade em amplo espectro, dentre os
diversos temas que compõ em a á rea.
Com um olhar direcionado para a Educaçã o Bá sica, se materializa a demanda
por problematizar e difundir a discussã o sobre Saú de Uh nica na base formativa da
sociedade. Consiste em identijicar a construçã o dessa discussã o por meio de um
currı́culo escolar já existente e entender as possibilidades de estruturaçã o de
inciativas em â mbito acadê mico pelas dimensõ es do Ensino, Pesquisa e Extensã o e,
no â mbito escolar, pela abordagem de temas do currı́culo que tenham na Saú de
Uh nica a potencializaçã o de temas cientı́jicos e bioló gicos que relacionados a essa
perspectiva. Acrescenta-se ainda que os desdobramentos dessa discussã o podem
contribuir també m para o campo da Divulgaçã o Cientı́jica, para difundir e discutir a
Saú de Uh nica, para diversas faixas etá rias e grupos culturais, dialogando, em espaços
fı́sicos e digitais. O conhecimento construı́do permite conhecer o material e o
currı́culo da Educaçã o Bá sica e levantar possı́veis interaçõ es com a Saú de Uh nica,
tornando-se relevante justamente por proporcionar a construçã o de uma via para o
alcance e para a troca de conhecimento com participantes que vivenciam
cotidianamente a relaçã o com meio, com as condiçõ es sanitá rias, o contato com
plantas, animais e microrganismos e podem fazer uso desses saberes ao serem
provocados a agir para contribuir com a Saú de em uma perspectiva integrada.
A aproximaçã o de tal discussã o em relaçã o à formaçã o construı́da na Educaçã o
Bá sica pode viabilizar açõ es de Educaçã o em Saú de e potencializar a promoçã o da
Saú de por meio do currı́culo, de projetos e de açõ es contı́nuas que reiteram a escola
como espaço de formaçã o social e de atitudes que possam contribuir com a melhoria
de prá ticas integradas para ecossistemas saudá veis nos nı́veis globais, regionais e
locais.
A Base Nacional Comum Curricular (Brasil, 2018) estabelece e normatiza a
organizaçã o curricular da Educaçã o Bá sica, no que tange o Ensino de Ciê ncias da
Natureza, centra a formaçã o do estudante na construçã o da Alfabetizaçã o Cientı́jica
que, segundo o mesmo documento, trata-se do desenvolvimento da compreensã o e

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interpretaçã o do mundo natural, social e tecnoló gico, com a possibilidade de
transformá -lo, com base nos aportes teó ricos e processuais das ciê ncias. Por meio
da Alfabetizaçã o Cientı́jica, pode-se exercitar a cidadania, por permitir ao sujeito a
tomada de decisã o, o posicionamento, bem como a contribuiçã o para a construçã o
do conhecimento na sociedade.
Consideramos, a princı́pio de que tal discussã o é possı́vel, primeiramente pela
pró pria apresentaçã o da Alfabetizaçã o Cientı́jica, que articula conceitos cientı́jicos
com um entendimento do meio e a compreensã o sobre a investigaçã o cientı́jica, que
caracterizam um olhar para os objetos de estudo das ciê ncias que podem permitir
aos sujeitos interpretaçõ es sobre o mundo à sua volta. Nessa perspectiva, dentre as
demandas para o processo formativos dos estudantes, a BNCC (Brasil, 2018), ao
apresentar a á rea de Ciê ncias da Natureza, destaca que se deve abrir espaço para
discutir a promoçã o da saú de coletiva bem como [...]
[...] Compreender o papel do Estado e das polı́ticas pú blicas (campanhas
de vacinaçã o, programas de atendimento à saú de da famı́lia e da
comunidade, investimento em pesquisa, campanhas de esclarecimento
sobre doenças e vetores, entre outros) no desenvolvimento de condiçõ es
propı́cias à saú de (Brasil, 2018, p.327).

Ao longo do documento, a conexã o entre Ciê ncias e saú de é reiterada, colocada
como necessidade de alcance de uma discussã o sobre o tema, articulando com os
conteú dos e projetando um entendimento a ser construı́do pelo estudante, para que
possa agir em sua comunidade, contudo com uma visã o limitada a promoçã o da
saú de das pessoas. A constataçã o de fenô menos que ocorrem na natureza, os ciclos
de vida, os fatores ambientais que determinam esses ciclos, a interferê ncia humana
nos ciclos da natureza e os agravos à saú de dos diversos seres vivos como
consequê ncia dessa interferê ncia devem estar no espectro do currı́culo e da
formaçã o em Ciê ncias quanto do conhecimento para uma compreensã o do conceito
de Saú de Uh nica.
O Referencial Curricular do Estado de Alagoas – ReCal (Alagoas, 2023) situa
esse entendimento em meio a conhecimento sobre Ciê ncia e tecnologia, valores
humanos e atitude quando, dentre as competê ncias especı́jicas de Ciê ncias para o
Ensino Fundamental, destaque que o estudante deve:

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Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade,
Klexibilidade, resiliê ncia e determinaçã o, recorrendo aos conhecimentos
das Ciê ncias da Natureza para tomar decisõ es frente a questõ es cientı́Kicotecnoló gicas e socioambientais e a respeito da saú de individual e coletiva,
com base em princı́pios é ticos, democrá ticos, sustentá veis e solidá rios
(Alagoas, 2023, p. 03).

Por meio dessas construçõ es apresentadas, constatamos que o termo Saú de
Uh nica ou o conceito em si nã o sã o mencionados mas que existem dimensõ es
possı́veis de serem explorados, uma vez que há indı́cios de diá logos que podem se
potencializados. Desse modo, destacamos a importâ ncia de processos formativos
que possam trazer saberes concretos e basilares, inclusive para iniciativas de
programas e projetos que tratem de Saú de Uh nica em diversos contextos, mas que
principalmente fomente o estudante e a famı́lia a agir pessoal e coletivamente,
promovendo o bem-estar ú nico e o cuidado com o ecossistema.
Outro apontamento que fazemos a princı́pio é a estrutura de parte da Educaçã o
Estadual de Alagoas com o do Programa Alagoano de Ensino Integral (pALei), que
alé m de expandir o tempo do estudante na escola, també m expande os currı́culos
acrescentando à formaçã o do estudante componentes curriculares construı́dos
especijicamente com objetivos formativos relacionados à atuaçã o do sujeito em sua
realidade local ou global. A organizaçã o curricular do pALei segue os seguintes
macrocampos:
I - Aprofundamento da Aprendizagem e Estudos Orientados;
II - Experimentaçã o e Iniciaçã o Cientı́Kica;
III - Artes e Mediaçõ es Culturais;
IV - Esporte e Lazer;
V - Cultura Digital e Inovaçã o;
VI - Cultura Empreendedora e Inovaçã o;
VII - Educaçã o em Direitos Humanos;
VIII - Promoçã o da Saú de;
IX - Mundo do Trabalho;
X - Juventude e Projeto de Vida; e
XI - Educaçã o Ambiental.

Os macrocampos apresentados incluem diretamente atividades e temas que
potencializam a transdisciplinaridade, preconizada pela Saú de Uh nica. Gerando
possibilidades de proposiçã o de discussõ es, considerando os currı́culos jlexı́veis e

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expandidos, que se conjiguram espaços para a elaboraçã o de provocaçõ es e debates
no â mbito da saú de global, com diá logo com dimensõ es quais sejam sociais,
culturais, ambientais, entre outras.
Para tanto, a estrutura desse curso adentra no currı́culo, no livro didá tico, os
materiais disponı́veis nas instituiçõ es, nos contextos socioculturais, estruturais,
para, de modo articulado, observar as prerrogativas e normativas que justijicam,
fundamentam e regulamentam conteú dos e abordagens em Ciê ncias da Natureza, no
sentido de localizar e relacionar para promoçã o da abordagem da Saú de Uh nica.
Espera-se que, os docentes participantes desse curso possam integrar essas
dimensõ es a um trabalho formativo de seus estudantes, que incentivem um
protagonismo em seus contextos e compreendam a saú de de modo integrado,
holı́stico, conectado e nã o-antropocê ntrico, em diá logo com a legislaçã o vigente.

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2. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS
O Projeto Pedagó gico Institucional (PPI) da Universidade Federal de Alagoas
(UFAL) é um documento que dejine as polı́ticas acadê micas em consonâ ncia com a
jilosojia institucional. Já o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) é o
instrumento que estabelece as açõ es necessá rias para cumprir as polı́ticas
delineadas no PPI. Especijicamente, o PPI, parte integrante do PDI da UFAL, visa
aprimorar continuamente a polı́tica de formaçã o discente por meio da avaliaçã o do
perjil acadê mico e projissional dos formandos de graduaçã o e pó s-graduaçã o, bem
como da aná lise da demanda de formaçã o nas diversas esferas da sociedade.
Destacam-se os seguintes princı́pios presentes no PPI que orientam a
implementaçã o dos Projetos Pedagó gicos dos Cursos (PPCs) de graduaçã o e pó sgraduaçã o da UFAL:
o Princípio I - Articulação entre teoria e prática: Este princı́pio valoriza a
aprendizagem que se afasta da ló gica positivista de produçã o do
conhecimento, permitindo que os estudantes se envolvam com problemas
reais, compreendam seus diferentes aspectos e participem das soluçõ es.
Assim, o estudante deixa de ser um mero receptor de informaçõ es e tornase um agente ativo na produçã o do conhecimento.
o Princípio II – Articulação entre ensino, pesquisa e extensão: Defendese um projeto de formaçã o onde as atividades curriculares transcendam a
tradiçã o disciplinar. A prá tica é vista como parte integrante do
questionamento sistemá tico, crı́tico e criativo, e a pesquisa é incorporada
como uma atitude cotidiana e um princı́pio cientı́jico e educativo, essencial
na concepçã o de prá tica educativa prevista no Projeto Pedagó gico do curso.
o Princípio III – Interdisciplinaridade: A interdisciplinaridade é entendida
como uma estraté gia que concilia os conhecimentos especı́jicos de cada
á rea com a necessidade de cooperaçã o entre elas, visando à soluçã o de
problemas e enfrentando os desajios da complexidade da sociedade
contemporâ nea de forma complementar.

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o Princípio IV – Flexibilidade curricular: Cada curso, no exercı́cio de sua
autonomia, deve prever a inclusã o de tempo livre nos componentes
curriculares, sujiciente para que os estudantes incorporem outras formas
de aprendizagem e formaçã o social. A jlexibilidade curricular pode ser
operacionalizada de vá rias formas: pela atualizaçã o dos currı́culos; pelo
respeito à individualidade no percurso formativo; pelo uso da educaçã o a
distâ ncia; pela incorporaçã o de experiê ncias extracurriculares creditadas;
pela adoçã o de diferentes formas de organizaçã o curricular; pela
jlexibilidade nas açõ es didá tico-pedagó gicas e pelos programas de
mobilidade ou intercâ mbio estudantil.
A articulaçã o entre o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e o Projeto
Pedagó gico Institucional (PPI), à luz do Projeto Pedagó gico do Curso de
Especializaçã o em Ensino de Ciê ncias e Saú de Uh nica, abrange as seguintes polı́ticas:
1. Formação Prohissional Interdisciplinar: O Curso de Especializaçã o em Ensino
de Ciê ncias e Saú de Uh nica busca promover a interdisciplinaridade ao integrar a
matriz curricular e estabelecer conexõ es entre diversas á reas do conhecimento. Esse
enfoque permite que os discentes interajam com diferentes abordagens curriculares
e adquiram uma formaçã o diversijicada.
2. Visão Integrada entre Ensino, Pesquisa e Extensão: O Instituto de Ciê ncias
Bioló gicas e da Saú de oferece um ambiente propı́cio para integrar ensino, pesquisa
e extensã o, com dois cursos de graduaçã o e trê s mestrados (Ciê ncias da Saú de,
Diversidade Bioló gica e Conservaçã o nos Tró picos e Mestrado Projissional de Ensino
de Biologia). O curso busca fomentar a pesquisa e a extensã o na á rea de ensino de
ciê ncias e saú de. A participaçã o em projetos de pesquisa e a produçã o de artigos
cientı́jicos sã o incentivadas, contribuindo para o avanço do conhecimento e a
disseminaçã o de boas prá ticas educativas.
3. Desenvolvimento de Habilidades Proativas, Críticas, Rehlexivas e Criativas:
As disciplinas da matriz curricular sã o projetadas para desenvolver habilidades que

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capacitem os discentes a atuarem de forma proativa, crı́tica, rejlexiva e criativa,
incentivando uma postura inovadora em sala de aula.
4. Articulação entre Teoria e Prática: O curso promove uma integraçã o entre
teoria e prá tica, utilizando a Pedagogia de Projetos como abordagem educacional. O
desenvolvimento das Atividades Integradoras em cada semestre complementa os
aspectos teó ricos, proporcionando uma abordagem crı́tico-rejlexiva dos conteú dos.
A jlexibilidade do curso permite que os discentes desenvolvam atividades prá ticas
em seus ambientes de trabalho, com acompanhamento de tutores e professores.
5. Participação em Eventos de Divulgação da Produção Acadêmica e Cientíhica:
O curso estimula a participaçã o de docentes da Educaçã o Bá sica em eventos
acadê micos, incentivando a produçã o de produtos cientı́jicos que comporã o o
Trabalho de Conclusã o de Curso.

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3. JUSTIFICATIVA
A concepção do Curso de Especialização em Ensino de Ciências e Saúde Única
emerge da necessidade de superar a fragmentação entre as disciplinas de Ciências e
a necessidade de repensar a percepção antropocêntrica da Saúde para uma lógica
abrangente, holística e integrativa. Busca-se construir um conhecimento unificado,
que reflita a complexidade e a interconexão entre as Saúde vegetal, animal,
ambiental

e

humana.

A

proposta

pedagógica

se

fundamenta

na

interdisciplinaridade, na contextualização dos temas e na aplicação dos
conhecimentos adquiridos. A justificativa para a criação deste curso baseia-se em
diversos fatores fundamentais:
1. Relevância Social e Educacional: A interseção entre ciências e saúde é de
extrema importância no contexto atual, onde a saúde e a educação são pilares
essenciais para o desenvolvimento da sociedade. Formar profissionais que possam
atuar de maneira interdisciplinar e integrada nesses campos é crucial para enfrentar
desafios complexos, como pandemias, mudanças climáticas e a promoção da saúde
integral.
2. Necessidade de Formação Continuada: O avanço das ciências e das tecnologias
aplicadas à saúde exige que os profissionais da educação estejam constantemente
atualizados. Este curso oferece a oportunidade de aprimoramento contínuo,
garantindo que os educadores possam se atualizar com práticas inovadoras e
temáticas contemporâneas em seus métodos e técnicas de ensino.
3. Demanda do Mercado de Trabalho: Há uma crescente demanda por educadores
especializados que possam atuar em diferentes contextos, como escolas, instituições
de saúde, ONGs, e órgãos governamentais. Profissionais com uma formação que
integre tanto a educação quanto a saúde estão melhor preparados para desenvolver
e implementar projetos educacionais em saúde que atendam às necessidades do
ecossistema.

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4. Promoção da Saúde Única: Este curso visa contribuir com a formação
continuada de profissionais da Educação Básica para a promoção de uma
abordagem holística da saúde, considerando as complexas interações entre
domínios humano-animal-vegetal-ambiental.
5. Fortalecimento da Prática Pedagógica: O curso foi concebido para fortalecer a
prática pedagógica dos profissionais da educação, promovendo uma abordagem
interdisciplinar que integra teoria e prática. As atividades propostas visam
desenvolver competências críticas, reflexivas e inovadoras, essenciais para a
formação de educadores capazes de enfrentar os desafios do ensino
contemporâneo.

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4. OBJETIVO DO CURSO
O Curso de Especializaçã o em Ensino de Ciê ncias e Saú de Uh nica tem como
objetivo geral contribuir com a formaçã o continuada de professores da Educaçã o
Bá sica, fortalecendo suas habilidades pedagó gicas e de liderança para integrar a
abordagem One Health (Saú de Uh nica/Uma só Saú de) ao currı́culo escolar.
Entre os objetivos especı́jicos estã o:
• Promover a interdisciplinaridade e a contextualizaçã o dos conteú dos cientı́jicos,
conectando-os a temas relevantes para a Saú de Global.
• Fortalecer habilidades pedagó gicas, formando multiplicadores que possam
implementar prá ticas inovadoras e disseminar os princı́pios de Saú de Uh nica em
suas escolas e comunidades.
• Promover o desenvolvimento de metodologias e materiais pedagó gicos que
estimulem o ensino e a aprendizagem contextualizado e a rejlexã o crı́tica sobre
temas relevantes para a promoçã o da Saú de Uh nica.

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5. PERFIL DO EGRESSO E ÁREAS DE ATUAÇÃO:
6.1. Perhil do egresso
O egresso da Especializaçã o em Ensino de Ciê ncias e Saú de Uh nica será um
projissional da Educaçã o Bá sica, especialmente professoras e professores,
preparados para integrar o ensino de Ciê ncias à abordagem de Saú de Uh nica,
promovendo uma perspectiva holı́stica e interdisciplinar da saú de humana, animal,
vegetal e ambiental.
Esse projissional será apto a:
1. Articular o currículo escolar com temas de Saú de Uh nica, ampliando a
compreensã o sobre a interdependê ncia entre ciê ncia, saú de e meio ambiente.
2. Aplicar Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) de forma é tica e
ejiciente, utilizando recursos tecnoló gicos para planejar, executar e avaliar
prá ticas pedagó gicas inovadoras.
3. Desenvolver e implementar projetos pedagógicos contextualizados,
conectando a ciê ncia ao cotidiano dos estudantes e promovendo uma
educaçã o que dialogue com os desajios globais, articulados com as Objetivos
de Desenvolvimento Sustentá vel (ODS).
4. Demonstrar liderança educacional, atuando como agente multiplicador
em sua escola e comunidade, disseminando a abordagem Saú de Uh nica e
fomentando prá ticas educativas colaborativas.
5. Compreender e utilizar metodologias de ensino contemporâneas, como
a pedagogia de projetos, para estimular a aprendizagem e o pensamento
crı́tico dos estudantes.
6. Promover uma prática docente ancorada em princípios éticos,
comprometida com a diversidade, pluralidade, inclusã o, equidade e a
inovaçã o na e para a Educaçã o Bá sica.
Com essa formaçã o, o egresso estará

preparado para contribuir

signijicativamente com a qualidade do ensino pú blico, desenvolvendo açõ es que
estimulem o protagonismo dos estudantes e promovam uma mudança de postura
para o cuidado de todas as formas de vidas e do meio em que estã o inseridos.

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6.2 Campos de Atuação
O egresso da Especializaçã o em Ensino de Ciê ncias e Saú de Uh nica estará
habilitado a atuar em diversos contextos relacionados à Educaçã o Bá sica e à
formaçã o continuada de professores, contribuindo para o fortalecimento do ensino
e para a promoçã o da abordagem de Saú de Uh nica. Seus principais campos de atuaçã o
incluem:
•

Educação Básica:
a. Planejamento, execuçã o e avaliaçã o de prá ticas pedagó gicas
interdisciplinares que integrem os temas de Ciê ncias e Saú de Uh nica ao
currı́culo escolar.
b. Liderança na implementaçã o de metodologias ativas e recursos
tecnoló gicos em sala de aula, promovendo a inovaçã o no ensino.

•

Formação de Professores:
a. Desenvolvimento e conduçã o de ojicinas, palestras, cursos e vivê ncias
voltados para educadores, com foco na abordagem de Saú de Uh nica.

•

Gestão Educacional:
a. Assessoramento em projetos educacionais voltados para a melhoria
do ensino de Ciê ncias, com ê nfase em prá ticas sustentá veis,
interdisciplinares e contextualizadas.
b. Participaçã o em equipes pedagó gicas para o desenvolvimento de
materiais

didá ticos

inovadores

e

programas

de

ensino

contextualizado.
•

Projetos e Iniciativas Sociais:
a. Liderança em açõ es comunitá rias e educativas que promovam a
sensibilizaçã o sobre temas de Saú de Uh nica, conectando escolas e
comunidades locais.
b. Participaçã o em programas de popularizaçã o da ciê ncia, incentivando
o diá logo entre escola e sociedade em temas como saú de,
sustentabilidade, inovaçã o, entre outros.

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Essas possibilidades fortalecem o papel do egresso como um agente de
transformaçã o, comprometido com a melhoria da Educaçã o Bá sica, a promoçã o da
interdisciplinaridade e o desenvolvimento de uma educaçã o de qualidade alinhada
aos desajios globais contemporâ neos.
6.4 Pré-Requisitos
Para participação no curso, é necessário ter concluído um curso de graduação,
e ser profissional da Educação Básica.
6.3 Público-Alvo
O curso é direcionado a projissionais com formaçã o superior, interessados em
aprimorar suas prá ticas pedagó gicas e promover Uma Só Saú de na Educaçã o Bá sica.
Os participantes devem atender aos seguintes perjis:
o Professores da Educaçã o Bá sica que desejam incorporar abordagens
interdisciplinares e inovadoras, com foco na relaçã o entre saú de
humana, animal vegetal e ambiental.
o Projissionais de á reas correlatas comprometidos com a promoçã o da
interdisciplinaridade no ensino.
o Projissionais com disponibilidade para participaçã o em atividades
virtuais, incluindo o uso de Tecnologias da Informaçã o e Comunicaçã o
(TIC) nos processos de ensino e de aprendizagem.
O curso acolhe especialmente educadores da rede pú blica de ensino, com foco
na formaçã o de agentes de transformaçã o que atuem como multiplicadores em suas
instituiçõ es e comunidades. Alé m das normas contidas neste Projeto Pedagó gico, os
discentes ainda devem observar as normas, estatutos, regimentos, regulamentos e
legislaçã o da UFAL, respeitando e cumprindo seus princı́pios e preceitos
disciplinares.

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6.

RECURSOS HUMANOS
O curso de especializaçã o é composto por um corpo docente qualijicado,

formado por professores e pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas
(UFAL) e de outras instituiçõ es de ensino e/ou pesquisa de renome no cená rio
nacional. Esses projissionais serã o selecionados com base em sua comprovada
capacitaçã o té cnica e experiê ncia acadê mica, por meio de processos seletivos
realizados via Edital, garantindo a excelê ncia e a diversidade de expertise no
Programa.
6.1.

Corpo Docente do Curso
Para o exercı́cio da docê ncia no Curso de Especializaçã o em Ensino de Ciê ncias

e Saú de Uh nica, será exigida formaçã o acadê mica compatı́vel com a legislaçã o vigente,
garantindo a autonomia didá tica. Os docentes devem possuir nã o apenas
conhecimento especializado na á rea dos componentes curriculares sob sua
responsabilidade, mas també m domı́nio no uso das Tecnologias da Informaçã o e
Comunicaçã o (TIC), alé m de disponibilidade de horá rios para atendimento aos
estudantes.
As atribuiçõ es dos docentes incluem:
o Promover encontros presenciais e sı́ncronos, conforme a necessidade
do curso, para facilitar a interaçã o e o aprendizado dos estudantes.
o Produzir materiais didá ticos atualizados e de qualidade, alinhados ao
conteú do e aos objetivos do curso.
o Orientar os Trabalhos de Conclusã o de Curso (TCC), oferecendo suporte
acadê mico e orientaçõ es relevantes para a pesquisa e desenvolvimento
dos projetos dos estudantes.
o Participar de bancas examinadoras, contribuindo com sua expertise na
avaliaçã o dos TCCs e outros processos avaliativos do curso.
o Desenvolver pesquisas, incentivando a produçã o acadê mica e o avanço
do conhecimento nas á reas de Ciê ncias e Saú de Uh nica.
o Participar das reuniõ es de colegiado e de curso, contribuindo para a
gestã o e melhoria contı́nua do programa.

20
o Organizar o processo de avaliaçã o da aprendizagem, dejinindo crité rios
claros e justos para o acompanhamento e avaliaçã o do desempenho dos
estudantes.
o Corrigir atividades avaliativas de maneira detalhada, fornecendo
feedback construtivo e orientaçõ es para o aprimoramento contı́nuo dos
discentes.
o Preencher integralmente o SIGAA, registrando as informaçõ es
necessá rias e especı́jicas para o acompanhamento do componente
curricular.
o Essas responsabilidades garantem a qualidade acadê mica do curso,
favorecendo um ambiente de ensino-aprendizagem ejicaz e de
excelê ncia.
6.1.1. Experiência no Exercício da Docência na Educação a Distância:
Os docentes devem possuir experiência comprovada no desenvolvimento e
condução de cursos na modalidade a distância, contribuindo para a eficácia dos
processos de ensino e de aprendizagem. Essa experiência permite que os
professores identifiquem dificuldades enfrentadas pelos discentes, possibilitando a
adoção de estratégias pedagógicas adequadas para superá-las.
Os docentes devem estar preparados para expor os conteúdos de forma clara
e acessível, utilizando uma linguagem aderente às características e especificidades
da turma, bem como empregando exemplos contextualizados com os componentes
curriculares, favorecendo a compreensão, reflexão e aplicação do conhecimento na
prática.
Para atender às necessidades dos discentes, os professores elaboram
atividades específicas que promovem a aprendizagem de estudantes com
dificuldades, além de desenvolverem avaliações diagnósticas, formativas e
somativas. Os resultados dessas avaliações são analisados de forma criteriosa e
utilizados para a redefinição das práticas docentes, visando melhorias contínuas nos
processos de ensino e de aprendizagem.
Ademais, os docentes exercem papel de liderança no contexto da Educação à
Distância e são reconhecidos por sua produção acadêmica e contribuições para o

21
aprimoramento da modalidade. Essa atuação qualificada assegura um ensino de
qualidade e favorece a formação integral dos discentes na EaD.
6.2.

Coordenação Geral do Curso
Para ocupar o cargo de Coordenaçã o Geral do Curso de Especializaçã o em

Ensino de Ciê ncias e Saú de Uh nica, o/a docente responsá vel deve ter 40h com
Dedicaçã o Exclusiva (DE) e possuir o seguinte perjil na sua formaçã o de graduaçã o,
Pó s-graduaçã o e experiê ncia projissional:
o Graduaçã o em cursos das á reas das Ciê ncias Agrá rias, Ciê ncias
Bioló gicas ou Ciê ncias da Saú de
o Mestrado ou Doutorado em Ciê ncias Animal, da Saú de, Ensino de
Ciê ncias ou á reas ajins.
Cabe à Coordenaçã o Geral do Curso, a responsabilidade pelo curso nas suas
dimensõ es pedagó gica e operacional, contando, para isso, com o aconselhamento e
assessoramento de um Colegiado do Curso. As obrigaçõ es e deveres de quem ocupar
esse cargo compreendem:
o Coordenar as atividades administrativas.
o Coordenar, viabilizar, acompanhar e avaliar as atividades acadê micas do
curso.
o Presidir o Colegiado do curso.
o Participar das atividades de capacitaçã o e de atualizaçã o desenvolvidas pela
CIED.
o Manter contatos com as instituiçõ es envolvidas no projeto, nos diferentes
nı́veis: UFAL/DED/CAPES/MEC/Prefeituras e Agê ncias Financiadoras
o Participar dos grupos de trabalho para o desenvolvimento de metodologia,
elaboraçã o de materiais didá ticos para a modalidade à distâ ncia e sistema de
avaliaçã o dos discentes.
o Realizar o planejamento e o desenvolvimento das atividades de seleçã o e
capacitaçã o dos projissionais envolvidos no curso.
o Elaborar, em conjunto com o corpo docente do curso, o sistema de avaliaçã o
do estudante;

22
o Realizar o planejamento e o desenvolvimento dos processos seletivos de
estudantes, em conjunto com a Coordenaçã o UAB.
o Acompanhar o registro acadê mico dos estudantes matriculados no curso.
o Verijicar in loco o bom andamento do curso.
o Acompanhar e supervisionar as atividades: dos tutores, dos professores, do
coordenador de tutoria e dos coordenadores de polo.
o Informar à Coordenaçã o UAB a relaçã o mensal de bolsistas aptos e inaptos
para recebimento de bolsa.
o Auxiliar a Coordenaçã o UAB na elaboraçã o das planilhas jinanceiras do curso.
o Responsabilizar-se pela divulgaçã o do curso.
o Elaborar, com base nas informaçõ es da coordenaçã o pedagó gica, relató rios
parciais e gerais sobre o curso.
o Supervisionar o trabalho de elaboraçã o e distribuiçã o de material didá tico do
curso.
o Acompanhar o processo de avaliaçã o do curso, em suas mú ltiplas dimensõ es.
o Contribuir para a manutençã o de um ambiente favorá vel à aprendizagem.
6.3.

Coordenação de Tutoria do Curso
Cabe à Coordenaçã o de Tutoria do Curso, a responsabilidade da organizaçã o,

disponibilizaçã o, acompanhamento e avaliaçã o dos tutores por á reas de
conhecimento. As atribuiçõ es de quem ocupar esse cargo compreendem:
o Assessorar os tutores no que diz respeito ao estudo e discussã o dos
conteú dos dos materiais didá ticos utilizados no Curso;
o Estar à disposiçã o dos tutores, via aplicativo de mensagem e/ou de vı́deo, de
acordo com cronograma previamente estabelecido;
o Representar os tutores frente ao Colegiado do curso;
o Coordenar o trabalho desenvolvido pelos tutores em cada um dos diferentes
polos regionais;
o Responsabilizar-se pelos planos de viagem da equipe de coordenadores de
polos e professores na ocasiã o dos deslocamentos para os municı́pios polos;
o Responsabilizar-se pela organizaçã o e planejamento pedagó gico da tutoria
do curso;

23
o Elaborar, com base nas informaçõ es dos coordenadores de polo, relató rios
anuais sobre o desenvolvimento do curso;
o Estimular e sugerir discussõ es perió dicas sobre aspectos pedagó gicos do
curso;
o Acompanhar o trabalho de orientaçã o e acompanhamento acadê mico
desenvolvido nos diferentes polos;
o Coordenar e acompanhar o trabalho dos tutores que atuam no curso;
o Coordenar as reuniõ es semanais para discussã o e encaminhamento de
questõ es ligadas à tutoria do curso;
o Acompanhar o trabalho de elaboraçã o e distribuiçã o de material didá tico do
curso;
o Acompanhar o processo de avaliaçã o do curso, em suas mú ltiplas dimensõ es;
o Estabelecer o modelo de relató rio de tutoria e disponibilizá -lo aos tutores no
inı́cio de cada disciplina.
o Substituir o Coordenador Geral do Curso, quando necessá rio.
6.4.

Coordenação Pedagógica do Curso
Cabe à Coordenaçã o Pedagó gica do Curso, a responsabilidade da realizar o

acompanhamento acadê mico e pedagó gico dos discentes, assim como avaliar os
processos educativos desenvolvidos no curso de Especializaçã o em Ensino de
Ciê ncias e Saú de Uh nica. As atribuiçõ es de quem ocupar esse cargo compreendem:
o Responsabilizar-se pela organizaçã o e planejamento pedagó gico do curso;
o Elaborar, com base nas informaçõ es dos coordenadores de polo, relató rios
anuais sobre o desenvolvimento do curso;
o Estimular e sugerir discussõ es perió dicas sobre aspectos pedagó gicos do
curso;
o Acompanhar o trabalho de orientaçã o e acompanhamento acadê mico
desenvolvido nos diferentes polos;
o Coordenar e acompanhar o trabalho dos professores que atuam no curso;
o Acompanhar o trabalho de elaboraçã o e distribuiçã o de material didá tico do
curso;
o Acompanhar o processo de avaliaçã o do curso, em suas mú ltiplas dimensõ es;

24
o Contribuir para a manutençã o de um ambiente que favoreça a aprendizagem
das pessoas envolvidas.

6.5.

Equipe Multidisciplinar
A equipe multidisciplinar tem um papel fundamental no suporte pedagógico e

administrativo dos cursos, garantindo a qualidade e a efetividade das práticas
educacionais na modalidade a distância. Essa equipe conta com profissionais de
diferentes áreas do conhecimento, responsáveis pela concepção, produção e
disseminação de tecnologias, metodologias e recursos educacionais voltados para a
EaD.
Dentre os profissionais que compõem a equipe multidisciplinar, destacam-se:
•

Apoio pedagógico e administrativo, que auxilia na organização e
acompanhamento das atividades acadêmicas e operacionais do curso.

•

Profissionais do Núcleo de Produção de Material Didático e Formação
(NPMF), que atuam na avaliação, revisão e produção dos materiais
didáticos utilizados no curso.

•

Designer instrucional (arquiteto pedagógico), que contribui para o
planejamento pedagógico dos cursos, auxiliando a Coordenação Pedagógica
da CIED na estruturação de metodologias e estratégias para o ensino na
modalidade a distância.

A equipe possuirá um plano de ação documentado e implementado, com
processos de trabalho formalizados, visando à melhoria contínua das práticas
educacionais no ambiente virtual de aprendizagem.
6.6.

Representação Discente
Visando à criação de um espaço para a representação discente, o curso de

Curso de Especialização em Ensino de Ciências e Saúde Única contará , no seu
colegiado, com a participação de um representante discente com direito a voz e voto.

25
Essa representação obedece ao que é previsto no Regimento Geral da Universidade
Federal de Alagoas.
6.7.

Secretaria Acadêmica
A Secretaria Acadêmica responsabiliza-se pela organização didático-

pedagógica, bem como por todos os registros e controles acadêmicos do Curso de
Especialização.
6.8.

Corpo de Tutores do Curso
Os tutores sã o projissionais graduados em Licenciatura em Ciê ncias Bioló gicas

ou graduado em qualquer licenciatura com especializaçã o em Ensino de Ciê ncias.
Esses projissionais tê m as atribuiçõ es listados abaixo:
o Proporcionar atendimento personalizado aos discentes.
o Motivar os discentes no processo de ensino-aprendizagem.
o Participar dos fó runs e chats no ambiente virtual de aprendizagem.
o Acompanhar as atividades desenvolvidas ao longo do Curso.
o Cumprir o plano de tutoria fornecido pelo docente responsá vel pela
disciplina.
o Entregar relató rio de tutoria ao jinal da disciplina.

6.8.1. Atividades de Tutoria
As atividades de tutoria serão avaliadas de forma contínua e sistemática pelos
estudantes e pela equipe pedagógica do curso. Esse processo de avaliação permitirá
identificar pontos fortes e oportunidades de melhoria na atuação dos tutores,
garantindo um acompanhamento pedagógico mais eficaz.
Os feedbacks coletados servirão como base para a implementação de ações
corretivas e estratégias de aperfeiçoamento, possibilitando ajustes no planejamento
e na condução das atividades futuras. Dessa forma, a tutoria será aprimorada de
maneira dinâmica, visando atender melhor às necessidades dos discentes e
assegurar a qualidade do suporte acadêmico oferecido ao longo do curso.

26

6.8.2. Conhecimentos, Habilidades e Atitudes Necessárias às Atividades de
Tutoria:
Os tutores devem possuir sólido domínio do conteúdo, habilidade em
comunicação on-line, capacidade de mediar conflitos e estar disponíveis para
interagir ativamente com os estudantes. A utilização de plataformas de ensino a
distância, ferramentas colaborativas on-line e recursos multimídia garantirá uma
experiência de aprendizagem rica e diversificada.
6.8.3. Experiência no Exercício da Tutoria na Educação à Distância:
Os tutores são selecionados com base em sua experiência prévia em tutoria
on-line e participação em cursos de formação específica, assegurando um suporte
qualificado aos estudantes.
6.8.4. Titulação e Formação do Corpo de Tutores do Curso:
A equipe de tutores é composta por projissionais graduados em Licenciatura
em Ciê ncias Bioló gicas ou graduado em qualquer licenciatura com especializaçã o em
Ensino de Ciê ncias nas respectivas áreas de atuação, garantindo uma orientação
sólida e especializada.
6.8.5. Interação entre Tutores (Presenciais – quando for o caso – e a
Distância), docentes e Coordenadores de Curso a Distância:
Serão promovidos encontros regulares, tanto virtuais quanto presenciais, para
alinhamento de estratégias pedagógicas, discussões sobre o desenvolvimento do
curso e para fortalecer a integração entre os diferentes atores envolvidos no
processo educacional.

27
7.

MATRIZ CURRICULAR
De acordo com o Parecer CNE/CES nº 1/2007, que estabelece normas para o

funcionamento de cursos de pós-graduação lato sensu em nível de especialização, é
exigida uma carga horária mínima de 360 horas para esses cursos, sem incluir o
tempo dedicado à elaboração individual do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Com base nessas diretrizes, o Curso de Especialização em Ensino de Ciências e
Saúde Única, oferecido pelo Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde da UFAL,
propõe uma carga horária total de 420 horas/aula. Destas, 60 horas são dedicadas à
elaboração do TCC, permitindo que os estudantes obtenham o diploma após o
cumprimento de todas as exigências do projeto pedagógico, em um período de 15
meses (Tabela 1).
7.1.

Concepção Curricular e Organização do Curso
A estrutura curricular do curso é composta por módulos temáticos

sequenciais, favorecendo uma progressão lógica e integrada do conhecimento,
compreendendo as dimensões: Conceitualização, Concretização e Aplicação. A
ênfase recai sobre a prática pedagógica e a realização de projetos integrados a
abordagem da Saúde Única em diferentes textos e contextos.
Tabela 1 – Componentes e Carga Horária da Matriz Curricular do curso de
Especialização em Ensino de Ciências e Saúde Única
Componentes

Carga horária

Disciplinas obrigatórias

330h

Atividade de Integração

30h

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

60h

Carga Horária de Integralização Curricular

420h

O curso será desenvolvido de forma dinâmica, combinando aulas teóricas,
atividades práticas, discussões em fóruns virtuais, avaliações individuais e
colaborativas, além do desenvolvimento de um portfólio de atividades no
transcorrer do curso que subsidiará o trabalho de conclusão. Os módulos serão

28
compostos por componentes curriculares articulados em dimensões, como
demostrada na Tabela 2.
Tabela 2 – Matriz Curricular do curso de Especialização em Ensino de Ciências
e Saúde Única
Semestre

Módulo

Nome da disciplina

3º

7.2.

Concretização

2º

Aplicação

1º

Conceitualização

Introdução à Pedagogia de projetos
Fundamentos teóricos-metodológicos do
Ensino de Ciências
Integração humano, animal, vegetal e
ambiente

CH
30
30
30

Metodologia e Redação Científica

20

Atividade de Integração 1

10

Total de semestre
Alfabetizaçã o Cientı́jica para promoçã o da
Saú de Uh nica

120

Educação em Saúde Única

30

Saúde Única no currículo de Ciências

30

Teoria da Complexidade e a reforma do
Pensamento

20

Atividade de Integração 2

10

Total de semestre
Olhares transdisciplinares para problemas
contemporâneos de Saúde
Interfaces entre Cultura, Território,
Ambiente, Biodiversidade e Saúde
Práticas, vivências e desafios da Saúde Única
em sala de aula e na comunidade
Comunicação em Saúde Única
Atividade de Integração 3
Orientação do Trabalho de Conclusão de
Curso
Total de semestre
Total da CH do curso

120

30

30
30
30
20
10
60
180
420

Fluxograma das Disciplinas por Semestre Letivo

Para melhor compreensão, apresenta-se um fluxograma da distribuição das
disciplinas por semestre letivo ao longo do curso (Fluxograma 1).

29

Fluxograma 1 - Fluxograma das Disciplinas do curso de Especialização em Ensino de Ciências e Saúde Única, por Semestre Letivo

30
8.

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS

Disciplina:
Carga horária:
Ementa:

Referências:

Disciplina:
Carga horária:
Ementa:

Referências:

Introdução à Pedagogia de projetos
30h
Conceitos e fundamentos da Pedagogia de Projetos no
contexto
educacional.
Relação
entre
currículo,
interdisciplinaridade e contextualização. Planejamento,
desenvolvimento e avaliação de projetos pedagógicos como
estratégia de ensino. Integração de tecnologias educacionais e
metodologias ativas em projetos interdisciplinares.
NOGUEIRA, N. R. Pedagogia dos projetos: uma jornada
interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas
inteligências. São Paulo: Érica, 2001.
BARBOSA, M. C. S.; HORN, M. .G. S. Projetos Pedagógicos na
educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2008.
VENTURA, P. C. S. Por uma pedagogia de projetos: uma
síntese introdutória. Educ.Tecnol., Belo Horizonte, v.7, n.1,
p.36-41, jan./jun. 2002.
LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos. Revista Presença
Pedagógica, Belo Horizonte, v. 2, n. 8, p. 25-33, 1996.
Fundamentos teóricos-metodológicos do Ensino de
Ciências
30h
Estudo dos pressupostos teóricos e metodológicos que
fundamentam o ensino de Ciências. Aborda as bases
epistemológicas, históricas e pedagógicas, com foco em
práticas que favorecem a aprendizagem integrada, a
interdisciplinaridade e a inclusão. Discute metodologias
ativas, práticas experimentais e tecnologias digitais no ensino,
com vistas ao desenvolvimento de competências e habilidades
alinhadas às demandas educacionais contemporâneas.
ANGETTI, J. A.; DELIZOICV, DEMÉTRIO; PERNAMBUCO, M. M.
O Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. São Paulo:
Cortez, 2003.
ASTOLFI, J.P. et al. A didática das ciências. 11. ed. Campinas:
Papirus, 2007.
CAMPOS, M. C. C. Didática de ciências: o ensinoaprendizagem como investigação. São Paulo: FTD, 1999.
CASTRO, A. D. Ensinar a ensinar: didática para a escola
fundamental e média. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2002.
WEISS, ELIANE. Didática das Ciências. São Paulo, Editora
Artmed, 2004.
DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNAMBUCO, M. M. Ensino
de ciências: fundamentos e métodos. 4. ed. São Paulo:
Cortez, 2011.

31
Disciplina:
Carga horária:
Ementa:

Integração humano, animal, vegetal e ambiente
30h
Abordagem interdisciplinar e sistêmica sobre as interações
entre humanos, animais, plantas e o ambiente, considerando
os princípios de Saúde Única/Uma Só Saúde. Estudo das
relações ecológicas, socioculturais e econômicas que
permeiam esses sistemas integrados, com foco em estratégias
para sustentabilidade, bem-estar e conservação da
biodiversidade, em um contexto de desafios globais, regionais
e locais.

Referências:

ADISASMITO, B. et al. One Health: A new dejinition for a
sustainable and healthy future. PLoS pathogens, v. 18, n. 6, p.
e1010537, 2022.
CARNEIRO, L. A,; PETTAN-BREWER, C. One Health: conceito,
histó ria e questõ es relacionadas–revisã o e rejlexã o. In:
Pesquisa em Saúde & Ambiente na Amazônia:
perspectivas para sustentabilidade humana e ambiental
na região. Editora Cientı́jica Digital, 2021. p. 219-240.
EVANS, B. R.; LEIGHTON, F. A. A history of One Health. Revue
scientifique et technique (International Office of
Epizootics), v. 33, n. 2, p. 413–420, 2014.
MACKENZIE, S.; JEGGO, M. The one health approach—why is
it so important?. Tropical medicine and infectious disease,
v. 4, n. 2, p. 88, 2019.

Disciplina:
Carga horária:
Ementa:

Metodologia e Redação Científica
20h
Estudo dos fundamentos da metodologia científica aplicada à
pesquisa. Estrutura e normas da redação científica.
Elaboração de projetos de pesquisa, artigos, resumos e outros
gêneros acadêmicos. Ética na pesquisa e publicação.
Desenvolvimento de habilidades para leitura, análise crítica e
produção de textos científicos.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de
metodologia científica. 8. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas,
2022.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 24. ed.
São Paulo: Cortez, 2016.
MACEDO, L. de A. Redação científica: a prática de
fichamentos, resumos, resenhas e projetos de pesquisa.
3. ed. São Paulo: Saraiva, 2020.

Referências:

Disciplina:
Carga horária:
Ementa:

Alfabetização Cientíhica para promoção da Saúde Única
30h
Exploração dos conceitos e práticas de alfabetização científica.
Reflexão sobre o papel da ciência como ferramenta de

32

Referências:

Disciplina:
Carga horária:
Ementa:

Referências:

Disciplina:
Carga horária:
Ementa:

transformação social e formação crítica. Desenvolvimento de
estratégias pedagógicas para fomentar a compreensão de
questões científicas e sua aplicação na vida cotidiana, com foco
no elo da saúde humana, animal, vegetal e ambiental. Estudo
de metodologias para integrar ciência, cultura e saúde em
contextos formais e não formais de ensino.
CHASSOT, A. Alfabetização científica: questões e desafios
para a educação. 2ª ed. Ijuí: Unijuí, 2001.
BERTOLDI, A. Alfabetização científica versus letramento
científico: um problema de denominação ou uma diferença
conceitual?. Revista Brasileira de Educação, v. 25, p.
e250036, 2020.
DEMO, Pedro. Educação e alfabetização científica. Papirus
Editora, 2014.
TEIXEIRA, F. M. Alfabetização científica: questões para
reflexão. Ciência & Educação (Bauru), v. 19, p. 795-809,
2013.
Educação em Saúde Única
30h
Reconhecer a importância da educação em saúde no processo
de transformação social. Discussão sobre o papel da Educação
em Saúde para o enfrentamento de desafios globais, como
zoonoses, mudanças climáticas e segurança alimentar.
Desenvolvimento de estratégias de educação que promovam
a sensibilização, a prevenção e o engajamento social em
diferentes contextos, dialogando com os Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável (ODS).
DA SILVA LIMA, N. T. et al. A Saúde Única na perspectiva da
educação popular em saúde. Research, Society and
Development, v. 9, n. 10, 2020.
FREIRE,P. Educação e mudança.15 ed., Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1989.
LERNER, H.; BERG, C. The concept of health in One Health and
some practical implications for research and education: what
is One Health? Infection Ecology & Epidemiology, v. 5, n. 1,
2015.
ORGANIZAÇA… O DAS NAÇO… ES UNIDAS NO BRASIL. Objetivos
de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Disponı́vel em:
https://brasil.un.org/pt-br/sdgs.
VALLA,V.V. et al. Saúde e educação, 2000.
Saúde Única no currículo de Ciências
30h
Escola, currículo e sociedade. Conhecimentos e suas reflexões
teóricas a respeito do currículo nos componentes curriculares

33

Referências:

Disciplina:
Carga horária:
Ementa:

Referências:

Disciplina:
Carga horária:
Ementa:

Referências:

das Ciências Naturais, no ensino fundamental, articulado com
práticas de Saúde Única.
BARTZ, W. et al. Quando eu cuido do planeta, eu cuido de
mim": ensino de saú de ú nica atravé s da literatura infantil.
Textura, v. 15, n. 2, p. 98-107, 2021.
CARVALHO, A. M. P.; GIL-PEREZ, D. Formação de
Professores de Ciências. São Paulo: Cortez, 1995.
DEWEY, J. Pode a educação participar na reconstrução social?
Currículo sem Fronteiras, v.1,n.2 ,2001.
Teoria da Complexidade e a reforma do Pensamento
20h
Estudo introdutório da Teoria da Complexidade e seus
desdobramentos epistemológicos. Análise crítica da
fragmentação do saber e das implicações da reforma do
pensamento proposta por Edgar Morin. Interdisciplinaridade,
transdisciplinaridade e a construção de uma racionalidade
complexa nos campos da ciência, educação e sociedade.
MORIN, E. Introdução ao Pensamento Complexo. Porto
Alegre: Sulina, 2005.
MORIN, E. A Cabeça Bem-Feita: repensar a reforma,
reformar o pensamento. 20. ed. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2014.
MORIN, Edgar. Os Sete Saberes Necessários à Educação do
Futuro. São Paulo: Cortez, 2000.
MORIN, Edgar. O Método 1: A Natureza da Natureza. Porto
Alegre: Sulina, 2002.
MORIN, Edgar. O Método 6: Ética. Porto Alegre: Sulina, 2005
Olhares
transdisciplinares
para
problemas
contemporâneos de Saúde
30h
Análise
transdisciplinar
dos
principais
desafios
contemporâneos em saúde, envolvendo saúde humana,
animal, vegetal e ambiental. Reflexão sobre a complexidade
das questões globais, como pandemias, mudanças climáticas,
segurança alimentar, e o impacto de atividades humanas nos
ecossistemas. Discussão de estratégias que integrem
diferentes áreas do conhecimento para abordar esses
desafios, promovendo soluções colaborativas e sustentáveis.
RAMOS, D. C. S. Transdisciplinaridade em saúde: uma
análise integrativa da literatura. 2009.
MORIN, E. A Cabeça Bem-Feita: Repensar a Reforma,
Reformar o Pensamento. Rio de Janeiro, 2021.
NICOLESCU, B.; ERTAS, A. Transdisciplinary theory and
practice. The ATLAS, 2008.

34
Disciplina:
Carga horária:
Ementa:

Referências:

Disciplina:
Carga horária:
Ementa:

Referências:

Disciplina:
Carga horária:
Ementa:

Interfaces entre Cultura, Território, Ambiente,
Biodiversidade e Saúde
30h
Estudo das interações entre os elementos culturais,
territoriais e ambientais na promoção da Saúde Única, com
foco nas práticas e saberes locais relacionados à
biodiversidade. Análise dos impactos das dinâmicas
territoriais na saúde e no equilíbrio ecológico. Discussão sobre
a importância da preservação da biodiversidade e a integração
dos conhecimentos tradicionais e científicos para a construção
de soluções sustentáveis.
DE MIRANDA, A. C. et al. (Ed.). Território, ambiente e
saúde. SciELO-Editora FIOCRUZ, 2008.
IANNI, A. M. Z. Biodiversidade e Saúde Pública: questões para
uma nova abordagem. Saúde e Sociedade, v. 14, 2005.
BOMFIM, B. L. S. et al. Biodiversidade: educação, saúde e
conservação. IFPI, 2018.
SOARES, T. F. Meio Ambiente e Saúde Única: o que podemos
esperar?.Rev Brasileira de Meio Ambiente, v. 8, n. 4, 2020.
Práticas, vivências e desafios da Saúde Única em sala de
aula e na comunidade
30h
Desenvolvimento de práticas pedagógicas que integrem o
conceito de Saúde Única no ambiente educacional e
comunitário, discutindo as práticas e vivências
interdisciplinares. Principais desafios enfrentados na
implementação de ações educativas sobre Saúde Única,
levando em consideração as diversas realidades
socioculturais e a educação para promoção das saúdes.
CRUZ, P. J. S. C. et al. Educaçã o popular em saú de: princı́pios,
desajios e perspectivas na reconstruçã o crı́tica do paı́s.
Interface-Comunicação, Saúde, Educação, v. 28, p. e230550,
2024.
ONE HEALTH COMMISSION. Guide to Developing K-12 One
Health
Education.
Disponível
em:
https://www.onehealthcommission.org/documents/filelibra
ry/resources/Guide_to_Developing_K12_One_Health__AE95A
D314CD45.pdf.
Comunicação em Saúde Única
20h
Estudo dos princípios e estratégias da comunicação em
contextos interdisciplinares e intersetoriais no âmbito da
Saúde Única. Abordagem de técnicas de escuta ativa,
linguagem acessível e comunicação não-violenta. Reflexão
crítica sobre o papel da comunicação na mediação de conflitos,

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Referências:

na promoção da saúde e na articulação entre saberes
científicos, saberes tradicionais e políticas públicas.
ARAUh JO, I. S.; CARDOSO, J. M. Comunicação e saúde. Editora
Fiocruz, 2007
BRASIL. Ministé rio da Saú de. Cadernos de Educação Popular
em Saúde: Comunicação em Saúde. Brası́lia: Ministé rio da
Saú de, 2014.
ROSENBERG, M. B. Comunicação não-violenta: técnicas
para aprimorar relacionamentos pessoais e prohissionais.
Sã o Paulo: Ah gora, 2006.

9. ATIVIDADE DE INTEGRAÇÃO
Este componente tem como objetivo estimular a aplicação e a reflexão sobre
os conhecimentos adquiridos ao longo do módulo, promovendo a articulação entre
os saberes e aprendizagens dos diferentes componentes curriculares. A atividade
consiste na realização de um projeto a ser desenvolvido na escola ou na comunidade,
servindo de base para a construção da proposta de trabalho final. Como parte desse
processo, os estudantes deverão elaborar um memorial/portfólio, documentando
suas experiências e reflexões.
10. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da Especialização em Ensino de
Ciências e Saúde Única tem como objetivo consolidar e articular saberes construídos
ao longo do curso, no diálogo entre os componentes, com saberes e práticas
construídos na escola.
O trabalho de conclusã o de curso será um memorial/portfó lio, a ser entregue
e apresentado, contendo a construçã o acadê mico-projissional construı́da ao longo
do curso e as implicaçõ es para a realidade que atuam. Essa atividade será orientada
por um docente integrante do quadro do curso.
O TCC será desenvolvido com base nas orientações da disciplina denominada
de Trabalho de Conclusão de Curso. Esta disciplina terá carga horária de 60
horas/aula, a ser desenvolvida no final do curso e deverá contemplar aspectos
teóricos e metodológicos do TCC, bem como possibilitar ao discente a elaboração do

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memorial/portfó lio, a ser apresentado a banca, com anuência do orientador, para
aprovação.
O TCC será desenvolvido por meio de pesquisa individual, relatada na forma
de memorial/portfólio e terá como finalidade:
I.

Possibilitar ao discente a iniciação à pesquisa, dando-lhe condições
para a publicação e apresentação de trabalhos científicos;

II.

Sistematizar o conhecimento adquirido no decorrer do curso;

III.

Garantir a abordagem científica de temas relacionados à prática
profissional, inserida na dinâmica organizacional;

IV.

Proporcionar o aprofundamento temático do discente numa área do
curso de especialização;

V.

Desenvolver a capacidade crítico-reflexiva de interpretação e aplicação
de conhecimentos na formação profissional.

A equipe articuladora dos TCC é constituída pelos seguintes membros:
I.

Coordenador Geral de TCC: responsável pelo acompanhamento e
administração global de todos os TCC;

II.

Professor da Disciplina TCC: professor do curso de especialização e
responsável pela disciplina no semestre em questão, no qual serão
desenvolvidas as atividades de estruturação do TCC de acordo com o
Plano de Curso da disciplina;

III.

Tutores: responsáveis por acompanhar e interagir com os discentes na
disciplina;

IV.

Orientador: professor responsável pela orientação ao discente,
segundo afinidade teórica e ou prática com o tema escolhido;

V.

Coorientador: professor interno ou externo a Universidade Federal de
Alagoas (UFAL), com titulação mínima de especialista, vinculado à área
de pesquisa escolhida pelo estudante, responsável pela coorientação ao
discente;

VI.

Discente: estudantes matriculados na disciplina de TCC, responsável
pela construção do próprio TCC.

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A avaliação do TCC compreende:
I.

Acompanhamento contínuo pelo professor orientador;

II.

Avaliação final por uma Banca Examinadora;

III.

A avaliação do TCC será documentada em formulário preenchido pelo
presidente da Banca, onde devem constar as notas que cada examinador
atribuiu ao discente, com as respectivas assinaturas.

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11. INTEGRAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
O ambiente do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde é adequado para
prover essa visão, possibilitando essa integração, com 2 (três) cursos de graduação,
3 (três) Programas de Pós-graduação, bem como o reconhecimento nacional e um
considerável número de projetos de pesquisa, conduzidos por diversos de grupos
de pesquisa. Faz parte das ações do Curso de Especialização em Ensino de Ciências
e Saúde Única expandir relações e parcerias, em todos os níveis, para realização
conjunta de projetos de ensino, pesquisa e extensão.

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12.

METODOLOGIA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA
O Curso de Especialização Ensino de Ciências e Saúde Única está organizado

em módulos, de forma remota. A estrutura metodológica do curso é a Pedagogia de
Projetos.
Tal estrutura metodoló gica, segundo Ventura (2022), é norteada pelo fomento
à construçã o da identidade em um contexto especı́jico, a mobilizaçã o para a
contribuiçã o com alguma mudança em uma realidade, munida da associaçã o entre
o entendimento de seu papel individual e o trabalho coletivo. Enfatiza entã o que
elementos como a problematizaçã o, a busca coletiva para a soluçã o de problemas, a
produçã o de conhecimento em torno do problema e o engajamento dos atores.
Nesse sentido, a integraçã o almejada para que a abordagem Saú de Uh nica seja
norteadora de processos formativos, pautados no protagonismo, rejlexã o e
articulaçã o com o currı́culo, pode ser construı́da por meio do projeto. Nesse
processo sã o associados elementos do cotidiano, objetos de conhecimento e relaçã o
da estrutura formativa da escola com uma abordagem que se ancora na promoçã o
da saú de amplo espectro.
Cada mó dulo é planejado pela equipe docente do curso, articulando o
programa de ensino em torno do tema do mó dulo, em uma articulaçã o
interdisciplinar, contextualizando os temas das disciplinas do curso com os espaços,
tempos e processos na escola. Cada componente tem sua especijicidade e pode ter
estraté gias pró prias para o ensino, desde o planejamento, desenvolvimento avalia
norteadas pelo tema do mó dulo.
Mesmo com suas especijicidades, cada disciplina do mó dulo contribuirá com
atividades em torno do tema, elencado em comum acordo entre docentes e discentes
e que mobiliza a problematizaçã o, engajamento, produçã o de conhecimento e
participaçã o na comunidade. Ao jinal de cada mó dulo se tem um produto, que
consiste em um material que registre o que foi construı́do, a partir do levantamento
de dados ou intervençã o realizada.
Cada disciplina será desenvolvida no ambiente virtual Moodle, local em que
semanalmente será disponibilizado ao estudante um material de leitura referente
ao assunto programado para semana, bem como links e sugestões de pesquisa para
o aprimoramento do conhecimento. Além disso, o estudante deverá participar das

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atividades semanais propostas pelo professor na plataforma virtual, tais como:
questionários, fóruns (de dúvidas e autoavaliação), chats, entre outros. As
atividades serão acompanhadas e monitoradas por tutores.
12.1.

Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC)

A Universidade Federal de Alagoas disponibiliza de plataforma virtual para a
realização do Curso de Especialização de Ensino de Ciências e Saúde Única, seja o
Ambiente Virtual de Aprendizagem. Essa é uma ferramenta consolidada na
universidade, possibilitando aos docentes a criação de ambientes de aprendizagem
na plataforma Moodle. Por meio de fóruns e mensagens privadas, todos esses atores
podem interagir e compartilhar dúvidas e experiências no Moodle. O acesso é
garantido pois em cada Polo são disponibilizados computadores para que os
docentes, estudantes e tutores possam acessar o ambiente virtual utilizando os
equipamentos e rede de internet. Como todo o material de estudo fica disponível no
Moodle, o estudante pode fazer uso da sua rede de internet paga e ter acesso a
qualquer hora e lugar.
12.2.

AVA

O AVA de cada módulo apresenta uma estrutura básica: apresentação da
disciplina, bibliografia básica, horário de funcionamento da tutoria. Ao final de cada
disciplina é disponibilizado, no AVA, um formulário onde cada estudante, professor
e tutor daquela disciplina faz uma avaliação anônima. Essa avaliação consta de itens
como: didática docente, qualidade do material disponibilizado e atendimento da
tutoria, além de espaço para sugestões. O formulário fica disponível por 5 dias e
quando ocorre seu fechamento, as respostas são levadas ao Colegiado do Curso
como ponto de pauta para apreciação e debate sobre melhorias do Curso.
A nova arquitetura pedagógica foi adotada pela Cied no ano 2023 (cursos de
pós-graduação) e estendida para a graduação em 2024. A nova arquitetura
pedagógica traz a concepção das trilhas de aprendizagem, que expressamos em
nosso PCC em módulos, as quais são eixos estruturantes que visam ao aprendizado
contínuo e progressivo dos conteúdos dos componentes curriculares. As trilhas se
subdividem em 4 elementos: Problematização (abordagem inicial do componente,

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trazendo um estudo de caso ou outro objeto que enseje a aprendizagem baseada em
problemas); Saberes e Descobertas (elemento voltado para a inserção de materiais
de apoio didático, tanto de natureza básica, como complementar); Desafios
(relativos às atividades de aprendizagem) e Mentorias (elemento relacionado aos
encontros síncronos/aulas ou tutoria síncrona para sanar dúvidas dos estudantes).

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13.

MATERIAL DIDÁTICO DO CURSO
As mídias utilizadas no curso serão o material impresso e digital, como mídia

principal, além do computador, como mídia auxiliar para que os estudantes tenham
a possibilidade de interagir com os colegas, tutor, professor, membros da equipe
pedagógica e instituição, por meio da Internet. Para acesso a este recurso, o
participante terá à sua disposição nos polos, computadores conectados à Internet
por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem. E, ainda, como complemento, nos
encontros presenciais ou em atividades extracurriculares, poderá ser utilizado o
vídeo, para empréstimo domiciliar ou utilização em sala de aula.
O participante terá à disposição, no Ambiente Virtual de Aprendizagem, as
interfaces de comunicação: fórum e chat. Neste ambiente o professor poderá
disponibilizar propostas para discussão entre os estudantes, com a presença virtual
ou não do professor ou dos tutores. Na página virtual do curso, o professor de cada
módulo também poderá disponibilizar materiais complementares para acesso aos
estudantes, tais como links para acesso à página na Internet ou outros materiais. O
material didático que os estudantes irão receber e utilizar compõe-se de:
•

Guia do estudante: traz os direitos e deveres dos estudantes, vantagens e
compromissos e esclarecendo os passos da vida acadêmica do estudante.
Inclui orientações quanto a: coordenação do curso, secretaria acadêmica,
biblioteca, avaliação da aprendizagem, direitos e deveres do corpo discente;

•

Guia do curso: contêm informações específicas do curso, tais como objetivos,
estrutura organizacional do curso, sistema de avaliação e frequência, grade
curricular, recursos e materiais didáticos, orientações do que é e como estudar
à distância, sistemática operacional, interatividade, comunicação, tutoria e
acompanhamento;

•

Módulos: material em que o estudante vai buscar o conteúdo para a
aprendizagem. Nele encontra-se o conteúdo, as atividades reflexivas, de
fixação e de avaliação, textos dos professores, leituras complementares e
obrigatórias, materiais complementares (indicações para sites na Internet,
músicas, livros, artigos, filmes). Gráficos, fotos, tabelas, ilustrações e uma
diagramação adequada enriquecem o projeto, contribuindo para uma maior
compreensão do conteúdo. Esses materiais serão disponibilizados em mídia

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impressa, por módulos e guias de estudos e digital (CD-ROM e on-line) no
Ambiente virtual de ensino e de aprendizagem;
•

Livros: Os livros indicados pelos autores dos módulos, como leitura
obrigatória, estarão à disposição dos estudantes na biblioteca dos polos. As
bibliotecas poderão fazer empréstimos entre si, possibilitando a otimização do
uso dos seus recursos bibliográficos. A constituição da biblioteca de cada polo
levará em consideração, na construção do seu acervo, a aquisição de até duas
obras constantes nas referências bibliográficas de cada disciplina,
consideradas as mais importantes para a construção e aprofundamento do
conhecimento da área de estudo. Serão disponibilizados materiais digitais de
apoio à aprendizagem discente por meio do portal Educapes, ampliando as
possibilidades de acesso a conteúdos acadêmicos e complementares. Os livros
ou outros materiais didáticos confeccionados pelo professor autor da
disciplina ou do componente curricular passam por avaliação do Núcleo de
Produção de Materiais Didáticos e Formação (NPMF/Cied), garantindo a
qualidade e adequação pedagógica dos recursos utilizados no processo de
ensino-aprendizagem;

•

Ambiente Virtual de Aprendizagem: para possibilitar a comunicação
contínua entre estudantes, professor e tutores do curso será utilizada a
plataforma Moodle disponibilizada pela UFAL e indicada como plataforma de
apoio para cursos de EaD. Esta plataforma tem como objetivo o
desenvolvimento de um ambiente multimídia para educação presencial,
semipresencial e a distância, baseado na Internet. Ela possibilita: (i) fornecer
mecanismos de comunicação assíncrona, oportunizando assim, que o
educando trabalhe dentro de seu próprio ritmo de aprendizagem e em seu
tempo disponível, além da comunicação síncrona, que lhe exige uma
participação efetiva no grupo de trabalho para uma avaliação do seu progresso
pelo educador; (ii) disponibilizar mecanismos ao educador para avaliar e
acompanhar o progresso da aprendizagem dos estudantes; (iii) criar
alternativas individuais, quando necessário, na construção do conhecimento
do educando; (iv) superar o ambiente de sala de aula tradicional, apresentando
a informação de uma forma mais interativa, propiciando ao educando

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participar mais ativamente da elaboração e construção do conhecimento,
tanto individual como em grupo.
Os fóruns de discussão serão organizados e mediados pelos professores e
tutores tendo em vista a troca de ideias e o aprofundamento de conteúdos que estão
sendo estudados pelos estudantes ou das atividades que estão sendo por eles
desenvolvidas. Os estudantes que tiverem acesso à Internet a partir de suas
residências ou municípios poderão acessar o fórum, a partir do laboratório de
informática do polo a que está vinculado.
Nos momentos a distância, o estudante realizará estudos individuais sobre os
assuntos específicos e as atividades pedagógicas previstas para cada módulo. Nesses
momentos, ele poderá contar com os tutores e orientadores acadêmicos por meio
de plantões pedagógicos a distância e presenciais. Para aqueles que dispuserem de
um computador conectado à Internet, o atendimento também será efetuado pela
Internet. Além disso, poderão participar de uma sala de bate-papo para se
comunicarem com os colegas quando o desejarem.

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Referências

ALAGOAS. Secretaria de Estado da Educaçã o. Programa Alagoano de Ensino
Integral (pALei). Disponı́vel em:
https://escolaweb.educacao.al.gov.br/pagina/programa-alagoano-de-ensinointegral-palei. Acesso em: 20 de outubro de 2024.
ALAGOAS. Secretaria de Estado da Educaçã o. Referencial Curricular da Educação
Básica para as Escolas Públicas de Alagoas. Maceió : SEDUC, 2019. Disponı́vel
em: https://escolaweb.educacao.al.gov.br/pagina/recal-do-ensino-fundamental
Acesso em: 20 de outubro de 2024.
BRASIL. Ministé rio da Educaçã o. Base Nacional Comum Curricular. Brası́lia, DF:
MEC, 2018. Disponı́vel em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ Acesso em: 20
de outubro de 2024.
CARNEIRO, L. A,; PETTAN-BREWER, C. One Health: conceito, histó ria e questõ es
relacionadas–revisã o e rejlexã o. In: Pesquisa em Saúde & Ambiente na
Amazônia: perspectivas para sustentabilidade humana e ambiental na
região. Editora Cientı́jica Digital, 2021. p. 219-240.
MACKENZIE, S.; JEGGO, M. The one health approach—why is it so important?.
Tropical medicine and infectious disease, v. 4, n. 2, p. 88, 2019.