Boletim ICBS 2017
boletim ICBS - IV edição - 2017.pdf
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SEJAM BEM VINDOS!
VOLTAMOS! O Boletim do ICBS está na sua 4ª
edição e aqui você confere as novidades sobre o curso,
quais projetos estão rolando, os eventos que
aconteceram nesses últimos meses, as oportunidades de
estágio, eventos futuros, publicações de 2017 e muito
mais!! Esse espaço pertence a todos nós e entendemos
que é uma ferramenta importante de comunicação e
divulgação científica, pois, o que acontece dentro das
universidades e dos laboratórios deve ultrapassar, antes
de seus muros externos, suas paredes internas.
Aproveitem!
NOTÍCIAS
PROFBIO, nosso novo mestrado!
No dia 16 de agosto foi realizada a aula inaugural do Mestrado
Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional (Profbio). O
curso é semipresencial, e tem como objetivo a qualificação
profissional de professores de Biologia das redes públicas de ensino.
O nosso novo mestrado foi aprovado pela Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em
dezembro de 2016, obtendo a nota 4, de um máximo de 5 atribuído a
programas de mestrado!
Quatro estrelas!
Recebemos a notícia de que este ano os nossos cursos de Ciências
Biológicas Licenciatura e Bacharelado foram estrelados com quatro
estrelas, de um total de cinco, na avaliação de cursos superiores
realizada anualmente pela revista Guia do Estudante (GE), da
editora Abril!!! Essa avaliação é publicada desde 1984 e mede a
qualidade de diversos cursos de graduação do país todo, elegendo
os melhores cursos e as melhores universidades. O nosso curso
constará na publicação GE Profissões Vestibular 2018, que passa a
circular nas bancas a partir do dia 16 de outubro!
Na mídia!
O Professor Dr. Ênio José Bassi, recém chegado professor do ICBS,
atua na área de Imunologia e Virologia e, além das disciplinas, vem
desenvolvendo pesquisas na área de regulação da resposta imune
em arboviroses, destacando-se os vírus Zika, Dengue e
Chikungunya. Recentemente ele deu uma entrevista para empresa
BD Biosciences a respeito das pesquisas que vem desenvolvendo
aqui no ICBS!! A entrevista completa você pode ver em:
http://www.bdbiosciences.com/br/hotlines/artigos/2017
08eniobassi.jsp?_ga=2.56743402.1951782690.150340721
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NOTÍCIAS
Mais um projeto de pesquisa importante vem por aí!
Lembra do “desafio do balde de gelo”, a campanha de divulgação da Esclerose Lateral Amiotrófica, a
ELA?!
A campanha tinha 0 intuito de aumentar a percepção social a respeito da ELA
e levantar fundos de pesquisa para que a doença pudesse vir a ser melhor
conhecida, viabilizando mais chances de sucesso em seu diagnóstico e
tratamento e no desenvolvimento de técnicas e fármacos para ajudar os
pacientes. Esse desafio arrecadou U$ 220 milhões, garantindo uma
cooperação de pesquisa entre 11 países. Estima-se que, por ano, de duas a seis
pessoas em cada 100 mil desenvolvam a ELA no mundo. O mais famoso
portador da doença é o astrofísico Stephen Hawking.
Então, a partir deste mês, Alagoas também ganha condições para encampar esta luta, pois um grupo de pesquisa
aqui da UFAL teve seu projeto aprovado, com o aporte de aproximadamente, R$ 2,3 milhões para investigar
novas estratégias terapêuticas para a ELA, por meio de estudos com células-tronco, e o mais legal:
todo o projeto deverá ser desenvolvido no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)!
Este projeto de pesquisa é coordenado pelo
professor Marcelo Duzzioni, doutor em
Farmacologia e professor daqui do ICBS, e
vice-coordenado pelo doutor em biociências e
biotecnologia Axel Rulf Cofré, professor
substituto de histologia e embriologia aqui na
UFAL.
Segundo o Prof. Marcelo, a aprovação do projeto “permitirá a criação de um laboratório para desenvolver
pesquisas sobre ELA, mais especificamente, a busca de alternativas terapêuticas para esta patologia”.
NOTÍCIAS
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O primeiro Workshop de Taxonomia e Sistemática nos
Neotrópicos organizado pelo Laboratorio de Biología
Integrativa foi um sucesso. Contamos com a presença
do Dr. Marcelo Sturaro do museu paraense Emílio
Goeldi, do biologo Ms. Ubiratan Gonçalves do museu
de História Natural da UFAL e o biólogo Ms. André
Bispo do museu Nacional do Rio de Janeiro. Nessa
primeira edição o evento abordou assuntos
envolvendo os diferentes desafios enfrentados
atualmente pelos taxonomistas e sistematas e quais as
perspectivas da sistemática na América do sul. Foram
discutidas também questões como o status atual de
conservação da herpetofauna no nordeste da Mata
Atlântica e qual a importância de estudos taxonômicos
para que se possa subsidiar ações de conservação.
O laboratório de Conservação do Séculos XXI, em
conjunto com o PPG-DIBICT, organizou no dia 14 de
agosto mais um Debate sobre Conservação no Século
21, sendo essa sua 4ª edição. Os convidados da vez
foram o Dr. Paul Jepson da Universidade de Oxford
(Inglaterra) e Susanne Schmitt, da WWF-UK (Reino
Unido) que abordaram temas como reconstrução de
narrativas ambientais e o WWF-Sight, um banco de
dados com informações mundiais, sobre as pressões
negativas dentro das Áreas Protegidas.
A XXXII Semana da biologia ocorreu entre os dias 4 e
6 de setembro e foi um sucesso total. Ela contou com
inúmeras palestras, minicursos e oficinas. Além disso
os alunos puderam apresentar seus trabalhos e
participar do concurso de fotografia.
A premiação de 1º lugar na categoria graduação foi
para o resumo"Ativação de células apresentadoras de
antígenos (APCs) humanas pelo vírus Zika:
Macrófagos e Células Dendríticas e o 1º lugar no
concurso de fotografia foi para Rawelly Oliveira com a
foto da serpente Dendrophidium atlantica.
NOTÍCIAS
Como já dizia Tim Maia, “é primavera”...
E o ICBS como tá? Mais florido do que nunca!
O nosso bloco está colorido com flores, mas não vá achando que o
nosso jardim foi financiado pela UFAL, não.
Uma coisa que não sabíamos, e boa parte do alunos também não, é
que essa ação foi uma iniciativa de professores e técnicos que
colaboraram financeiramente e hoje é mantido e cuidado pela
Necélia (Técnica administrativa do ICBS)!
A aluna do PPG-DIBICT, Larissa Benedives, está fazendo um intercâmbio em Townsville,
Austrália. Ela passará seis meses estudando e pesquisando na James Cook University,
com a orientação de Geoffrey Jones.
Lá, seu principal meio de transporte é a bicicleta. Ela contou que compartilha uma casa com
um australiano, uma japonesa e uma italiana, todos estudantes da JCU.
Segundo ela, é incrível como a universidade é preparada para fazer com que os estudantes se
sintam confortáveis o suficiente para se dedicarem aos seus estudos e/ou trabalhos e as
pessoas são educadas e pacientes para entender o "inglês estrangeiro".
“Muito feliz por essa oportunidade, e desde já sinto que 6 meses é pouco! Espero conseguir
aproveitar ao máximo e voltar com bons resultados, tanto estatísticos quanto pessoais”.
NOTÍCIAS
Luciana Mendonça, graduanda e estagiária do Laboratório de Bioecologia de
Insetos sob a orientação da professora Iracilda Lima, que recentemente recebeu
uma menção honrosa na premiação da Sessão de Pôsteres da 69ª Reunião Anual
da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, realizado na Universidade
Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, com seu trabalho de PIBIC:
Desenvolvimento pós embrionário de insetos da superfamília
Grylloidea (Orthopera: Gryllidae) em condições de laboratório. Este
evento teve um número muito expressivo de trabalhos da UFAL premiados e de
menções honrosas. Foram 8 trabalhos de Alagoas, todos da UFAL, de um total de
92 trabalhos. Ela também acaba de voltar de seu intercâmbio em Portugal, onde
teve oportunidade de estagiar com fisiologia vegetal!
Os colaboradores do Laboratório de Microbiologia Clínica (LMC),
coordenado pela Profa. Dra. Fernanda Maranhão, tiveram um
trabalho premiado com o 1° Lugar na XXXV Jornada
Norte-Nordeste de Dermatologia, em outubro de 2016. O trabalho
é intitulado como "CRIPTOCOCOSE DISSEMINADA E
CUTÂNEA EM PACIENTE HIV-NEGATIVO: RELATO DE
CASO".
“Ir para a Amazônia e conhecer sua biodiversidade foi uma
experiência ímpar.” Hellen Pinto, estagiária do Laboratório
de Ecologia Quantitativa e orientanda do Prof. Marcos Vital, foi
selecionada para o 1º Curso de entomologia na Amazônia,
organizado pelo Instituto nacional de Pesquisas da
Amazônia (INPA). Após a aprovação, Hellen juntou seus
trocados e vendeu rifas e brigadeiros nos corredores do DIBICT,
ICBS e R.U., para conseguir arcar com os gastos na sua ida para
o Amazonas. No curso, teve a oportunidade de aprender de
forma aplicada sobre as diferentes áreas da entomologia
(forense,
taxonomia,
ecologia).
Parabéns
pela
determinação!
NOTÍCIAS
Especial fotógrafos
A foto de Marcos Dubeux exposta no Concurso de Fotografia do XIX Encontro
de Zoologia do Nordeste, foi escolhida para ser capa do XI volume da Revista
Nordestina de Zoologia. “Olha só onde ela foi parar. Nada é tão inspirador
quanto a divulgação científica, transmitir isso através da simplicidade de uma
fotografia torna ainda mais cativante.”
A estudante Jacqueline Costa foi premiada no concurso de
fotografia do XIII Congresso de Ecologia do Brasil, que
aconteceu entre os dias 8 e 12 de outubro de 2017, na
Universidade Federal de Viçosa em Minas Gerais. A foto
premiada foi da espécie Jararaca-verde (Bothrops bilineatus)
registrada na Estação Ecológica da cidade de Murici-AL.
O estudante Williams Fagner, que foi premiado na categoria
Originalidade do concurso de fotografia da 8ª Edição do
Congresso Nacional de Herpetologia, que aconteceu entre os
dias 14 e 18 de agosto, na Universidade Federal do Mato
Grosso do Sul, em Campo Grande. A foto premiada foi a de uma
espécie de perereca (Aplastodiscus sp.)”, registrada na Estação
Ecológica da cidade de Murici.
RECÉM-CHEGADOS
Apresentamos os mais novos membros da família ICBS!
Davi Teles
“Sou biólogo, 35 anos, nascido em Salvador-BA. Desde os 12 anos de idade tinha o sonho de me
tornar cientista (ou jogador de futebol, mas faltou categoria para isso...) e devido à minha forte
ligação com a natureza foi bem fácil decidir qual a profissão eu queria seguir quando chegou o
momento de prestar o vestibular. Fiz minha graduação na UFBA e decidi que precisava ter um
pouco de experiência profissional antes de partir para o mestrado o que me levou a trabalhar
por dois anos com consultoria ambiental. Este período foi de extrema importância para meu
amadurecimento e me permitiu aproveitar muito melhor o mestrado, que fiz no INPA, mais
uma vez seguindo uma de minhas paixões de infância (Amazônia). Terminado o mestrado
trabalhei durante um ano no governo do estado do Amazonas, no núcleo de pesquisas e
monitoramento, setor responsável pelas Unidades de Conservação (UCs) do estado. Trabalhei
neste núcleo entre 2009 – 2010, período de grande importância para a conservação da
biodiversidade no Brasil e pude acompanhar de perto as questões políticas e técnicas
envolvidas na criação da rede UCs do estado. Após trabalhar neste núcleo fui morar na
Inglaterra e trabalhar com o pesquisador Carlos Peres, que acabou se tornando meu orientador
de doutorado. Após uns cinco (!!!) pedidos de bolsa serem rejeitados por órgãos nacionais e
internacionais, finalmente, fui aprovado em edital do Ciência sem fronteiras do CNPq e realizei
meu doutorado na University of East Anglia. Após retornar ao Brasil e passar um tempo
desempregado fui chamado para fazer parte da equipe do PELD recém-aprovado em Alagoas. A
decisão foi muito fácil de ser tomada, uma vez que já conhecia e gostava de Maceió, estava
interessado no projeto e teria chance de continuar morando no Nordeste. Acabei encontrando
muito mais do que estava esperando, pois, o programa de pós-graduação do DIBICT me oferece
diversas oportunidades que não são comuns em outros pós-doutorados no Brasil, além de um
corpo técnico com muitos profissionais que considero amigos. Atualmente moro próximo a
praia, estou mais acostumado com as demandas do PPG e do PELD e me sinto completamente
adaptado ao modo de vida alagoano, faltando apenas parar de chover para que eu possa
aproveitar mais as praias e viajar pelo estado.”
“Sou formada em Ciências Biológicas (2005) pela Universidade Federal do Espírito Santo,
onde também concluí o meu mestrado em Biologia Animal. Em 2010 me mudei de Vitória
(ES) para São Paulo (SP) e iniciei o doutorado em Zoologia no Laboratório de
Poliquetologia do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, e, durante os
quatro anos seguintes, estudei os poliquetas do entremarés da Paraíba e de Pernambuco.
Em 2014, iniciei o meu primeiro pós-doutorado no mesmo instituto, porém, no Laboratório
de Evolução Marinha, estudando microevolução de poliquetas. Posteriormente, já em 2017,
me mudei para Recife (PE) para iniciar meu segundo pós-doutorado, no Laboratório de
Dinâmica de Populações da Universidade Federal de Pernambuco, estudando a
interferência das mudanças climáticas nas comunidades marinhas bentônicas. Em março
do mesmo ano, fui aprovada no concurso para professor aqui na Universidade Federal de
Alagoas, e, em junho, cheguei a Maceió (AL) para iniciar minha carreira no Magistério
Superior, ministrando disciplinas tanto para o Bacharelado quanto Licenciatura em
Ciências Biológicas. Tenho interesse em taxonomia, sistemática, evolução e ecologia de
invertebrados marinhos, principalmente de anelídeos poliquetas. Minhas expectativas
futuras envolvem o credenciamento no Programa de Pós-Graduação em Diversidade
Biológica e Conservação nos Trópicos/PPG-DIBICT do Instituto de Ciências Biológicas e da
Saúde da UFAL e a formação de um grupo de trabalho com invertebrados marinhos,
associado ao LABMAR/Setor de Comunidades Bentônicas. Colaboradores (alunos de
graduação, pós-graduação, pós-docs e professores) serão sempre
bem-vindos!”
Karla Paresque
RECÉM-CHEGADOS
Robson Santos
“Eu sou biólogo e tenho focado meus estudos em biologia marinha, especialmente
em biologia de tartarugas marinhas e nos impactos antrópicos sobre os ambientes
marinhos. Apesar da maior parte dos meus trabalhos serem voltados para o
ambiente marinho, tenho um leque amplo de interesses e tenho tentado dedicar cada
vez mais esforços para atividades interdisciplinares voltadas para a conservação.
Comecei o curso de biologia na UnB, passei pela UFPB e UFES antes de chegar aqui
na UFAL. Não me lembro ao certo porque escolhi biologia, mas sei que quem eu sou
como pessoa hoje é indissociável da biologia. O curso de biologia fornece elementos
capazes de mudar a nossa forma de enxergar o mundo, e atualmente meus hobbies,
filosofia de vida e áreas de interesse profissional muitas vezes se confundem”
“Nasci no interior de São Paulo, numa cidadezinha dos altos da serra do Paranapiacaba.
Ali no meio de tantas cachoeiras e cantos de pássaros ao alvorecer, emergiu minha
intensa paixão pela Natureza. Minha casa sempre foi um verdadeiro zoológico, digno de
receber excursões de escolas locais, onde as crianças vinham conhecer minha criação de
caramujos, sapos, rãs, pássaros e cassacos (tive 2 que pareciam gatos). Previsivelmente,
fui fazer Biologia! Depois da faculdade me lancei para a Amazônia, local onde sempre
sonhei trabalhar. Cheguei em Manaus para trabalhar com conservação de aves no
mestrado de Ecologia do INPA. A experiência foi incrível, mas logo compreendi que
para trabalhar com conservação de fato eu deveria me aprofundar em questões
humanas. Então ingressei no doutorado na UFRN para trabalhar com populações
tradicionais e uso de recursos naturais. Então me joguei nas águas do rio Juruá, um rio
lindo, todo sinuoso que nasce nos Andes e corta o coração da Amazônia. Conheci os
causos inacreditáveis da exploração da seringa, uma página sangrenta da história de
nosso país, repleta de abusos e exploração do Povo humilde da beirada do rio. Também
vi esse mesmo Povo emergir da condição de explorado para se tornar um exemplo
mundial de manejo de recursos naturais e desenvolvimento local. Aprendi a pescar com
rede, nadei no rio com piranha, fugi de jacaré, andei atrás de passarinho, vi a morte de
perto ao naufragar um barco, tirei e bebi açaí, cacei, tirei leite da seringa, comi arabú,
tratei corte de facão com banha de sucuri, curei dor de barriga com capurana, curei dor
de amor com céu estrelado e viola, pesquei com jaticá, tomei vinho de apuruí, comi
muito tambaqui, alaguei canoa, tomei muita picada de caba. O doutorado passou
depressa! E depois dele me surgiu a grande oportunidade de iniciar o pós-doutorado no
DIBICT/UFAL. Assim, me lanço com a mesma paixão e curiosidade nos mares verdes
de Alagoas, indubitavelmente o mais lindo do Brasil. Sedento por conhecer as histórias
incríveis dos pescadores artesanais, das marisqueiras, dos extrativistas que fazem do
mar cristalino sua fonte de vida e subsistência. Não poderia ter sido melhor acolhido
pelo grupo DIBICT. Sou muito grato!”
João Campos
QUEM É QUEM
“Oi, eu sou o João. Sou de Marechal Deodoro, 20 anos, leonino e tô na terceira fase
(período) dos jogos mortais da Ufal (brinks). Fazendo uma prova de Zoologia 1, eu
pensei: Poxa, tô no curso certo! Sim, sou da Zoo, atualmente colaboro com os projetos do
LSEA . Meu foco de formação acadêmica é a bioindicação, por enquanto, com foco nos
bentônicos e voltado pro CELMM. Curto pra caramba invertebrados com um amorzinho
especial nos Insecta. No mais, adoro uma praia, um rolê novo, 1 litrão e o mundo, mas
também sei apreciar um café com Netflix. Sou meio tímido, mas é melhor assim.”
JOÃO VICTOR LIMA
DOS SANTOS
Graduando em Ciências
Biológicas Licenciatura
“Trabalho no instituto de ciências biológicas e da saúde no setor de biodiversidade.
Trabalhar aqui é nota 10, meus companheiros de trabalho são pessoas maravilhosas. Não
tive oportunidade de estudar, e o que a vida me ofereceu foi serviços gerais, hoje não tenho
mais coragem para estudar e pretendo continuar trabalhando aqui até me aposentar.
Tenho uma filha e uma neta. No meu tempo livre gosto de dormir, tomar uma cerveja, ver
amigos, curtir uma seresta. Gosto de assistir futebol, torço pro São Paulo. Tenho muita
força e saúde e é isso que importa”.
MARILEIDE DOS
SANTOS
Auxiliar de Serviços Gerais
“Sempre fui apaixonada pelo oceano e desde o segundo período de graduação sou Membro
do Setor de Comunidades Bentônicas, onde desenvolvi alguns trabalhos com organismos
bentônicos. Atualmente atuo na área de Malacologia, trabalhando com taxonomia,
principalmente dos representantes da classe Gastropoda. Participei do V CVZoo (Curso de
Verão em Zoologia) pela Universidade de São Paulo, onde foi de fundamental importância
para meu crescimento profissional e pessoal. Gosto de ler, ir à praia e assistir seriados. Mãe
de uma menina de 6 anos, a qual me motiva sempre a ser uma pessoa melhor.”
IRENE PRISCILA DE
LIMA PACHECO
Graduanda em Ciências
Biológicas Bacharelado
“Após minha graduação ingressei como Técnico de Laboratório em biologia na UFAL.
Comecei trabalhando no Laboratório de Biologia Celular, dominando conhecimento no
citômetro de fluxo e outros equipamentos específicos, além de desempenhar atividades
diversas da rotina laboratorial. Atualmente sirvo à comunidade acadêmica alocado no
bloco da pós-graduação em Diversidade Biológica e Conservação de Trópicos, abraçando
o desafio de me inserir em uma nova área de conhecimento até então. Recentemente
concluí mestrado em Ciências da Saúde. Sou pai dedicado, alagoano, minha paixão é
apreciar principalmente música, bem como paisagens e arte moderna. Minha crença é a
de que todo ser humano deve buscar ser menos egoísta e respeitar o outro, independente
de posição social ou acadêmica, cor, gênero, e defendo que Jesus é um exemplo a seguir
para alcançar este objetivo”
LUIS ALEX DE
CARVALHO
WANDERLEY
Técnico
Administrativo
ENQUETE
Durante as aulas da disciplina de divulgação científica, surgiu
uma discussão acalorada sobre o embate entre criacionistas e
evolucionistas no que tange a explicação da origem da vida.
Assim, surgiu a ideia de fazermos uma enquete para saber a
opinião dos alunos da UFAL sobre esse tema. Inicialmente
queríamos saber se os alunos do ICBS acreditavam ou não, na
teoria da evolução (de que cada espécie evoluiu de forma
independente), o que contraria a ideia criacionista, de que todos
os seres foram criados por Deus tal qual são hoje. A ideia
também seria de comparar as respostas de pessoas com
formação em biologia com pessoas de outros centros, mas isso
não foi possível pois a maioria das pessoas não identificou seu
curso. O resultado de nossa enquete foi: que 44% dos
entrevistados acreditam no evolucionismo, 27% no
criacionismo, 26% nas duas teorias e 4% não sabiam responder.
Reconhecemos que nossa pergunta não foi formulada da melhor
forma possível, pois a teoria da evolução explica as diferentes
formas de vida que temos hoje, mas não explica a origem da
vida, a qual alternativamente ao criacionismo, seria explicada
pela teoria de Oparin e Haldane. Não temos a pretensão de
questionar a fé alheia nessa enquete, mas nos chamou a atenção
o alto número de pessoas que cita o criacionismo como parte da
explicação da origem da vida. Agradecemos a todos os que
contribuíram com a nossa enquete e em breve tentaremos
articular um debate para que possamos tentar discutir as
evidências que estruturam cada padrão de respostas envolvendo
esse tema.
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27%
26%
4%
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O Centro Acadêmico Enraizando em Terras Secas está de volta!!! Após um período
desativado, o Centro Acadêmico dos cursos de Ciências Biológicas foi reestruturado pela
chapa Irradiação. Uma comissão eleitoral de dez membros foi estruturada no mês de abril e
a eleição foi realizada dentro do ICBS, resultando na eleição para atuar na representação do
corpo discente junto ao Conselho do ICBS e dos Colegiado dos cursos de Licenciatura e
Bacharelado.
Assim, podem contar com a gente para apoiá-los, contudo, o CA não é feito apenas pela
Irradiação, mas por todos os estudantes, então sua contribuição nas reuniões e projetos de
mobilização são importantes.
Vem somar com a gente!
Jacqueline Costa
Comunicação e
cultural
Lizandra Brandão
Política
Ivison Brandão
Comunicação
Jordana Rosilda
Tesouraria
Wellington Correia
Comunicação
Thiago Goes
Cultural
O BIOBAZAR, o CINEBIO e o BIOCAFÉ são eventos organizados pelo nosso C.A. com a proposta de trazer
temas para serem discutidos dentro da universidade e para além da universidade, de modo. Além de arrecadar
fundos para o caixa do C.A. As atividades contam com debates seguidos de discussão acompanhado de cafés, chá e
guloseimas, filmes e documentários para aproximar os alunos
Esses projetos têm periodicidade mensal e é um espaço aberto, onde qualquer pessoa interessada na temática
pode participar, enriquecendo as discussões. Fiquem ligados nas nossas redes sociais, estaremos divulgando,
sempre que um evento desse for acontecer!
Aceitamos sugestões de temáticas, filmes e/ou documentários.
OPORTUNIDADES
ESTÁGIO
O Laboratório de Ecologia e Taxonomia do Fitoplâncton
(Setor de Plâncton), abre vagas para estágio para o Projeto
intitulado:
Transferência de Materiais na Interface Continente Oceano na
Costa Leste-Nordeste do Brasil.
O laboratório abrange as áreas de Botânica, com ênfase em
Taxonomia de Criptógamos, atuando principalmente nos
seguintes temas: Fitoplâncton, Zooplâncton, Ecologia,
Limnologia, Estuário, Biologia.
Interessados entrar em contato com a professora ENAIDE
MARINHO DE MELO MAGALHAES.
Contato: enaidemmm@gmail.com
O Laboratório de Carcinologia também abre vagas para
estágio.
Interessados, procurar a professora TEREZA CRISTINA DOS
SANTOS CALADO.
Contato: terezacalado@gmail.com
*Ambos os laboratórios se encontram no LABMAR (Farol, no antigo prédio do MNH/Rua da TV
Gazeta)
ENTREVISTA
O aluno da Pós Graduação, Hector Mauricio Casanova, na última
apresentação do BIPAI ganhou a premiação de melhor trabalho. Ele nos
contou um pouquinho sobre isso na entrevista a seguir:
Quem é você?
Meu nome é Hector Mauricio Casanova, sou formado em bacharelado em Ciências Biológicas pela Universidade
Industrial de Santander na cidade de Bucaramanga - Colombiana.
Como tá sendo a experiência de estudar no Brasil?
Brasil tem sido referência acadêmica para nós colombianos. Uma destacada representação de colegas Biólogos
encontram-se neste país adiantando estudos de pós-graduação em diferentes universidades. O intercâmbio
acadêmico e cultural tem superado minhas expectativas iniciais, o nível acadêmico dos discentes e docentes no
PPG em Diversidade Biológica e Conservação nos Trópicos do ICBS é muito exigente, desde a pesquisa até as
diferentes disciplinas que fazem parte do programa. O Brasil oferece muitas possibilidades na continuidade dos
estudos de pós-graduação, algo que não acontece na Colômbia, e isso é muito importante e tem que ser
aproveitado pelos estudantes que terminam o bacharelado.
Conta um pouquinho do seu trabalho...
O trabalho no laboratório de Diversidade Molecular (LDM), orientado pela Dra
Melissa Fontes Landell, sempre tem estado direcionado ao melhoramento
acadêmico e pessoal de todos os estudantes que fazem parte deste grupo de
investigação. Nosso trabalho está baseado na relação que tem os
micro-organismos (Fungos, leveduras, yeast-like e bactérias), com diferentes
substratos (plantas e animais) e em entender o papel que estes cumprem nos
ecossistemas, já, como indicadores das condições ecológicas, como o
conhecimento fundamental do que se tem como diversidade taxonômica nos
ecossistemas Brasileiros, e aqueles que ainda não têm sido descritos (espécies
novas). Levando em consideração que são os micro-organismos a base dos
ciclos biogeoquímicos que acontecem na terra.
Qual foi sua reação ao ganhar esse prêmio?
Gratificação e agradecimento, as sensações geradas pelo reconhecimento, principalmente
para minha família (mãe, pai, irmãos, Simon e esposa), como para todos os docentes e
discentes que de uma maneira ou outra têm contribuído na minha formação, especialmente
a professora Dra. Melissa F. Landell pelo apoio e recebimento, aos docentes do programa
(PPG-DIBCT), aos colegas do laboratório Ciro R. Felix, Gustavo P. Vasconcelos, James,
Dayse, Abrão Jr., Neilma e os demais integrantes do laboratório.
ENTREVISTA
Tem coisa nova por aí! Você já ouviu falar no
Zebra Fish?
Todos nós sabemos que grande parte das pesquisas da área da sáude
envolvem experimentos com modelos animais, e é comum ouvirmos falar
dos ratinhos dos laboratórios, ou da famosa Drosophila. Mas, descobrimos
que um dos laboratórios do ICBS está começando a trabalhar com um novo
modelo animal: o Zebra Fish. Conhecido como Paulistinha, o
Peixe-zebra é um peixe tropical teleósteo, cipriniforme, da família dos
ciprinídeos. É uma espécie ovípara ornamental, muito apreciada por
aquariófilos, com tempo de vida médio entre três e cinco anos. A professora
Adriana Ximenes do Laboratório de Eletrofisiologia Metabolismo
Cerebral, nos falou um pouco sobre um projeto novo que ela vai
desenvolver em seu laboratório, que usa o Zebra Fish como modelo animal.
Ela irá trabalhar com esse modelo animal no próximo curso de verão do
PPGCS/UFAL, disponibilizando duas vagas para experimento. Com isto, eles buscam
avaliar a expressão de uma proteína que transporta principalmente água, mas também
outros elementos metabólicos, e transportando substratos energéticos, a aquaporina,
especialmente a aquaporina tipo 4 que está mais presente no cérebro.
“Nós temos vários trabalhos avaliando a aquaporina 4, efeito do hormônio da tireóide, efeitos
do diabetes, efeitos de vários fármacos sobre a expressão dessa proteína, na parte
experimental a gente avalia tanto metabolismo como a expressão da proteína. Na parte de
neurociência clínicas nós temos projetos avaliando sono e memória. Tivemos uma
pesquisadora que ficou três anos aqui realizando um estudo longo sobre memória cognição de
estudantes e também de pessoas com mais de 40 anos, fizemos uma comparação entre os
gêneros, um dos artigos irá sair uns dois meses. Na parte da área clínica avaliamos pacientes
com AVC e déficit de memória, tendo um projeto com um neurocirurgião do Hospital
Universitário que é pra avaliar a expressão da proteína aquaporina 4 em tumores cerebrais
como glioblastomas e meningiomas, a gente procura abordar uma ampla gama de projetos de
estudantes de diferentes cursos de graduação, como de biologia, medicina, enfermagem.
Mesmo não sendo professora da biologia, é importante interagir com estudantes de biologia,
por isso faço questão de participar todos os anos da Semana de Biologia e com isso vou
atraindo alunos para área de neurociências com objetivo de ter uma equipe multidisciplinar”.
CONHEÇA TAMBÉM
Laboratório de DNA Forense
O LAB DNA Forense tem quase duas décadas de funcionamento e é referência local e
nacional pelo dinâmico trabalho que realiza. Além de promover o ensino, a pesquisa,
extensão, presta também serviços relevantes à sociedade alagoana. Como? Graças ao
Laboratório, diversos casos de pessoas assassinadas e desaparecidas foram elucidados;
casos de estupro também já foram resolvidos; e investigações de paternidade foram
solucionadas (serviço gratuito, por meio de um convênio com o Tribunal de Justiça do
Estado de Alagoas). Graças ao convênio, pessoas menos favorecidas podem realizá-lo,
pois o exame particular realizado pelo Laboratório custa R$400,00. O laboratório
também trabalha num banco de dados de desaparecidos e promove cursos online de
extensão em coleta de Amostras Biológicas para o estudo de DNA.
Laboratórios Integrados de Ciências do Mar e Naturais
O LABMAR-UFAL é um instituto ligado ao ICBS é um dos laboratórios de apoio ao
ICBS e tem como objetivos essenciais a pesquisa, extensão e o ensino graduação e pós
graduação. É composto por vários laboratórios e setores: Setor de Oceanografia
Biológica, com os laboratórios de Fitoplancton, Lab. de Comunidades Bentoônicas, Lab.
de Zooplancton, Lab. de Crustáceos e Lab. de conservação de Tartarugas-marinhas;.
Setor de Geologia Costeira e Laboratório de Hidroquímica. Para mais informações,
acessar a página do facebook do LABMAR.
Museu de História Natural
O MHN-UFAL é um órgão suplementar ligado à Pró-Reitoria de Extensão e tem como
atribuições a Pesquisa e a Extensão. Desde a sua criação, em 1991, vem desenvolvendo
estudos nos ecossistemas locais, valorizando também o conhecimento das populações
tradicionais sobre o uso dos recursos naturais do estado. Desses estudos resultam
coleções sistemáticas científicas, testemunhas de nossa biodiversidade (atual e fóssil),
das riquezas minerais e da ocupação humana no decorrer da história (arqueologia e
antropologia).o conhecimento produzido é disponibilizado para a população através de
uma exposição de longa duração. Todos os meses é realizado o Fim de Semana no
Museu! Um evento super legal para toda a família. Fiquem ligados nas redes sociais do
MHN para ficar por dentro: @mhnufal!
Usina Ciência
A Usina Ciência reúne o principal acervo de experimentos educativos científicos e
tecnológicos do Estado de Alagoas distribuído em salas de exposições, laboratórios,
Parque Científico, Casa Ecológica, Experimentoteca, Planetário, e Biblioteca, seu objetivo
é a disseminação da ciência, incentivar e estimular alunos, professores e pessoas da
comunidade em geral a dispor de maior interesse pelas disciplinas das Ciências Exatas e
da Natureza, tais como Ciências, Física, Matemática, Química, Astronomia e Geografia.
Atividades desenvolvidas: Organização e realização de palestras, mostras, shows de
Química e de Física, etc; Orientação na elaboração de trabalhos escolares para Feiras de
Ciências, Mostras Científicas, etc; Empréstimo de Materiais Didáticos, tais como: Kits
Experimentais, livros, CDs e DVDs; Realização de cursos e oficinas de atualização
profissional para professores da Educação Básica. Para mais informações, acesse o site
da Usina Ciência.
PROJETOS
ICBS DOS
MEUS SONHOS
Você gosta do seu ambiente de estudo?
Você se sente parte do ICBS?
Apesar estarmos no Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde, questões filosóficas como “quem sou eu”, também
devem ser abordadas durante a nossa formação.
O ICBS dos meus sonhos é um projeto que nasceu dentro da disciplina educação ambiental e busca levantar o
sentimento de pertencimento, protagonismo e a quebra de paradigmas.
O fato de passarmos muito tempo dentro dos laboratórios acaba nos distanciando das pessoas que não fazem parte
do mesmo, podendo tornar nossas relações cada vez mais mecânicas.
A hierarquia que existe na universidade e a falta de preocupação com o aluno ter realmente entendido o conteúdo é
um dos problemas mais agravantes. Precisamos ter a consciência de que para algo funcionar é necessário que todos
trabalhem juntos.
Partindo da ideia de que o homem é sujeito de suas ações e de que o ambiente somos nós, a professora Sineide
propôs aos seus alunos que perguntassem o sonho de qualquer pessoa que frequenta o ICBS (seja aluno, técnico,
professor, amigos) com o intuito de construir um local onde elas se sintam acolhidas.
“Desconstruir é um processo que a gente tem que construir
junto e em espaços que a gente se desarme. E isso vai além
da academia.” (Prof. Sineide)
A partir de fevereiro a professora Sineide vai se dedicar a “arte de estudar a si
mesmo” e estão todos convidados a participar.
O projeto pretende melhorar a auto estima do aluno e desenvolver a
capacidade de ser autor do texto através da leitura imanente.
“Acredito muito que só formamos pessoas quando vamos por esse caminho”.
PROJETOS
“Pra não dizer que eu não falei das flores…”
Seguindo a mesma linha de tornar o ICBS um espaço mais agradável, a professora Sineide (em nome do
setor de práticas) junto com o Edelmo (técnico administrativo da UFAL) colocaram flores suspensas no hall
do ICBS, justificando que “A estética das nossas relações é o que têm de belo dentro da gente e um ambiente
florido vai despertar a arte. É necessário desenvolver outros aspectos dos alunos nas suas habilidades,
não é só cognição, cognição sozinha torna os seres mais deformados e coisificados”.
Ciência em foco: Vivência laboratorial e mostra científica - ICBS/UFAL
Coordenadora: Prof. Priscila da Silva Guimarães
O projeto de extensão tem o intuito de aproximar a sociedade da universidade. Para isso,
serão organizadas mostras científicas direcionadas a alunos de ensino médio, onde eles terão
contato com laboratórios com o objetivo de despertar o interesse pela pesquisa e incentivar o
ingresso na UFAL. Além disso, ele também busca construir um cenário educativo
interdisciplinar, ampliando o contato entre as diferentes áreas e linhas de pesquisa
desenvolvidas no ICBS. Isso contribui para divulgação científica tanto dentro como fora do
meio acadêmico.
O projeto está em seu 1º ano de execução e a realização da 1ª Mostra aconteceu no início
de novembro no ICBS e na Usina Ciência, UFAL.
PROJETOS
Atividades de sensibilização educativa como instrumento de prevenção de parasitoses
intestinais - uma experiência no município de Santa Luzia do Norte (Alagoas- Brasil)
Equipe: Coordenadora Profa. Janira Lúcia Assumpção Couto, Adjane Delbert da Silva Lopes, Adriane Maria
dos Santos Sotério, Angélica Alves Teixeira de Melo, Jordana Rosilda, Lins Araújo, Talyta Felix Omena e Victor
Candido da Rocha
“Nossos projetos na disciplina Parasitologia tem um viés que se coaduna perfeitamente à
proposta universitária, uma vez que abrangem as três áreas acadêmicas: ensino, pesquisa e
extensão. Com tema “Esquistossomose em Alagoas”, os projetos são desenvolvidos no Setor de
Parasitologia e Patologia e também em campo, nos municípios do estado de Alagoas. Nessas
áreas há problemas ambientais, deficiências relativas à moradia, saneamento e destino
adequado do lixo e dejetos. O contexto de desequilíbrio entre população e meio ambiente
favorece a propagação de doenças parasitárias, como a esquistossomose e outras
enteroparasitoses.
Alagoas tem 70% de seu território com área endêmica para esquistossomose. Deste
modo, foram estudados, os municípios de Santana do Mundaú, de Capela, de Rio Largo, de
Marechal Deodoro, de Flexeiras, de Pilar, além de bairros da periferia de Maceió, cada qual no
período de 1 a 2 anos. A pesquisa encontra-se atualmente no município de Santa Luzia, para
investigar a situação dessas endemias em comunidade carente.
Esse projeto pretende investigar a ocorrência de parasitoses intestinais
em aproximadamente 300 moradores de uma localidade vulnerável do
município, com faixa etária entre 6 e 80 anos. Pretende também correlacionar
essa ocorrência às condições de vida da população do estudo e ainda utilizar
atividades educativas como medida de controle para evitar as infecções.
Primeiramente, haverá contato com as secretarias de Educação e da
Saúde do município, para ciência e provável orientação sobre a localidade.
Alunos pesquisadores explicam as etapas do trabalho aos moradores, que
assinarão a seguir, os termos de consentimento à pesquisa, atualmente de
várias formas, para menores e responsáveis. As etapas seguintes compreendem
a coleta de amostras para exames parasitológicos e questionários
socioambientais sobre condições de vida, escolaridade, renda familiar, trabalho,
moradia, hábitos como banhos em rios. As atividades educativas ocorrem
geralmente nas escolas, mas devem atingir, além de crianças, seus familiares e
professores. Elas abrangem palestras com uso de multimídia e painéis, teatro
de fantoches, jogos escolares.
As amostras coletadas são preparadas em laboratório, com utilização de dois métodos parasitológicos, a
seguir são efetuadas as lâminas com material para análise em microscópio. Indivíduos com exames positivos
deverão ser tratados, para tal serão providenciados receituários médicos, com orientação, para os mesmos
retirarem seus medicamentos no posto de saúde local.
Os dados obtidos são analisados estatisticamente, eles serão doados para a Secretaria de Saúde local,
que deles necessita para seus programas de intervenção e controle. No decorrer do estudo, os alunos apresentam
seminários e levam trabalhos para congressos.”
PROJETOS
I Workshop Microquímica de Otólitos
Realizado pelo Laboratório de Ecologia, Peixe e Pesca - LaEPP
Sabendo da importância da divulgação e expansão do conhecimento, o LaEPP, em parceria com grupos de pesquisa do Brasil
e da América Latina, organizará o Workshop Microquímica de otólitos: processos e protocolos em peixes Neotropicais em
novembro com o apoio da CAPES e FAPEAL, visando montar uma rede de pesquisadores-laboratórios e instituições que
permita potencializar e intercalibrar pesquisas com otólitos de peixes, aumentando a produtividade e o uso prático dos
saberes.
Os otólitos, conhecidos como “pedrinhas dos peixes”, são estruturas
calcificadas que se encontram dentro do ouvido de peixes ósseos. Eles são
como pequenas pedrinhas soltas em um cápsula, e são responsáveis pela
percepção dos sons e equilíbrio do peixe. Os otólitos ajudam a elucidar
muitas questões sobre idade e crescimento, e os locais por onde o peixe
passou ao longo de sua vida, pois nunca param de crescer e atuam como um
registro permanente da história de vida do peixe. O otólito é utilizado como
marcador biológico, pois a qualidade da água que o peixe “bebe” é registrada
nos otótilos, que por serem inertes permitem os estudos de microquímica, e
conhecer as rotas migratórias dos peixes.
Aproveitando a oportunidade, O Laboratório de Ecologia, Peixes e Pesca LaEPP vem investindo em estudos com otólitos, gerando informação muito útil
para a conservação e manejo das espécies. Recentemente, finalizamos um
projeto: Estudos utilizando a Ecomorfologia dos otólitos de peixes estuarinos
da costa alagoana.
E outros dois projetos estão em andamento: Estrutura populacional e conectividade
de camurins em estuários tropicais do Brasil; e Estudos de conectividade em espécies
de tainhas do litoral alagoano utilizando microquímica de otólitos.
Para maiores informações: pgufal.wixsite.com/wmo2017
PROJETOS
Se você anda nos corredores do ICBS, provavelmente você já ouviu falar sobre o PELD.
Mas o que é o PELD?
O PELD é um programa de Pesquisas
Ecológicas de Longa Duração, criado e
financiado pelo Conselho Nacional de
Desenvolvimentos Tecnológico (CNPq) em
conjunto com a Fundação de Amparo à
Pesquisa de Alagoas (FAPEAL).
E onde será essa pesquisa?
Nada mais, nada menos do que na maior
Unidade de Conservação marinha do Brasil,
APA Costa dos Corais. Essa unidade tem 80%
de seus municípios em território alagoano e já
estava na hora de ser o mais novo Sítio do
PELD.
* As pesquisas serão concentrados apenas na
parte alagoana *
E quais serão os estudos desenvolvidos
nessa área?
Todo o tipo de estudo que você pode imaginar,
como em ecologia (de peixes, aves, répteis,
mamíferos), microbiologia, bentos, plantas,
pesca, sensoriamento remoto, recursos
hídricos, turismo, percepções, conflitos,
educação ambiental, entre outros...
Você ainda tá se perguntando por que o
PELD é importante?!
Pensa comigo: monitoramento a longo prazo,
resultados que vão contribuir na gestão da
APA, na conservação das espécies, na melhoria
da qualidade de vida de seus usuários
(pescadores, moradores, operadores de
turismo) e na diminuição dos conflitos e das
ameaças resultantes de atividades antrópicas.
PROJETOS
Você conhece o GEPE???
O GEPE é o Grupo Expedições de Pesquisas
Espeleológicas, criado em 1980 pelos professores Jorge Luiz
Lopes da Silva e Ana Paula Lopes da Silva junto com um grupo de
amigos apaixonados pela exploração de cavernas.
Em 2010, com a entrada do Prof. Jorge no ICBS, o grupo
passou a ser parte do Setor de Paleontologia do Museu de História
Natural (MHN) da UFAL e agora ele está ligado ao Laboratório de
Espeleologia do referido Setor, onde fica sua sede. Hoje é
integrado por professores do ICBS e do IGDEMA vinculados ao
MHN e alunos e ex-alunos dos cursos de biologia e geografia da
UFAL, alunos de Mestrado e Doutorado em Geociências da UFPE.
São mais de 30 anos explorando cavernas do
Nordeste e de outras regiões do país. As atividades estão
focadas na topografia das cavidades, estudos geológicos,
geomorfológicos, bioespeleológicos e paleontológicos.
O grupo já realizou importantes descobertas de
organismos cavernícolas, bem como a descoberta de novas
cavidades, além de registros e estudos de fósseis de grande
relevância para a paleontologia nacional.
Duas dissertações de mestrado foram realizadas com
o apoio do grupo e do laboratório de bioespeleologia, uma
concluída e a outra em fase de conclusão. Também, um TCC
de um aluno do curso de geografia da UFAL encontra-se em
andamento.
No presente executa pesquisas em cavernas calcárias
dos estados da Bahia e Sergipe, onde estão sendo
desenvolvidas pesquisas para alunos de TCC e Mestrado.
MEU PROJETO É IMPORTANTE
PORQUE...
Meu trabalho está mais
concentrado no laboratór
io em busca de artigos,
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contenham registro de
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Laboratório de
Morfologia, Sistemática
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Elane C. dos Santos
Laboratório de
Pesquisa em Virologia
e Imunologia LAPEVI
Meu TCC é com poliqueta
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Maceió. Ele é importan
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ecologia.
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Laboratório de
Comunidades
bentônicas - LABMAR
e análise do
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Islan Santos
Laboratório de
Anatomia e
Morfologia Vegetal
GRADUAÇÃO EM FOCO
Coordenação Bacharelado
A Coordenação do Curso gostaria de dar as boas vindas a vocês, novos membros da Família "Instituto de Ciências
Biológicas e da Saúde". Nós esperamos que vocês se sintam pertencentes a este espaço e que possamos juntos atender a
todas as expectativas. Sejam todos muito bem vindos!
Gilberto Costa Justino
Coordenador do Curso
Priscila da Silva Guimarães
Vice-coordenadora
Melba Cândida E. O. Carvalho
Técnica em Assuntos
Educacionais
Coordenação Licenciatura
O colegiado do curso de licenciatura em Ciências Biológicas juntamente com o Núcleo Docente Estruturante
Discente (NDE), sente-se honrado em acolhê-los no ICBS e felizes por tê-los no nosso corpo discente, portanto Sejam
bem vindos!
Sineide Correia Silva Montenegro
Coordenadora do curso
Claudia Maria Lins Calheiros
Vice-coordenadora
Erna Guedes e Leonardo
Técnicos administrativos
PÓS-GRADUAÇÃO EM FOCO
Coordenação PROFBIO - ICBS/UFAL
O Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO é um curso de pós-graduação stricto sensu
semipresencial e com oferta simultânea nacional, coordenado pela Universidade Federal de Minas Gerais. O PROFBIO
congrega 18 Instituições de Ensino Superior (IES) públicas, Federais e Estaduais, em 20 campi distintos, distribuídos por
todo território nacional e iniciou a primeira turma em Agosto de 2017. O PROFBIO UFAL conta com 15 discentes e com
um corpo docente formado por 12 professores, sendo 11 lotados no ICBS e 1 lotado na UFAL Campus Arapiraca. O foco do
mestrado é a qualificação de professores de biologia que atuam nas escolas públicas. O programa tem uma área de atuação
"Ensino de Biologia" e três linhas de pesquisa "Organização e funcionamento dos organismos", "Origem da vida,
evolução, ecologia e biodiversidade" e "Comunicação, Ensino e Aprendizagem em Biologia".
O PROFBIO foi aprovado pela CAPES, em dezembro de 2016, obtendo a nota 4, de um máximo de 5 atribuído a programas
de mestrado.
Se você não conhece o PROFBIO- visite as nossas páginas:
https://www.profbio.ufmg.br/
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/icbs/pos-graduacao/mestrado-profissional-em-ensino-de-biologia-em-rede-n
acional-profbio
Coordenação DIBICT - ICBS/UFAL
O Programa de Pós-Graduação em Diversidade Biológica e Conservação nos Trópicos, conhecido como DIBICT ou PPG-da
Biodiversidade nos corredores do ICBS conta atualmente com 18 alunos de mestrado, 10 alunos de doutorado, e com um
corpo docente de 21 professores, sendo 11 lotados no ICBS, 4 lotados em Penedo e os demais de outras universidades pelo
país. Trabalhamos com duas linhas de pesquisas "Diversidade e ecologia de organismos tropicais" e "Conservação e manejo
em ecossistemas tropicais".
Estamos felizes pois nosso programa acabou de ser avaliado com a nota 4 da CAPES, fruto de muito esforço dos discentes e
docentes.
No momento estamos com editais aberto de doutorado e em processo seletivo para o mestrado.
Se você não conhece o PPG-DIBICT - venha nos conhecer - visite as nossas páginas:
https://sites.google.com/site/ppgdibict/
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/icbs/pos-graduacao/diversidade-biologica-e-conservacao-nos-tropicos.
Coordenação PPGCS - ICBS/UFAL
O Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) iniciou suas atividades em 2006 com a aprovação do
curso de mestrado. Em 2013, iniciou o curso de doutorado que veio atender uma demanda reprimida na formação de
doutores, especialmente nas áreas da saúde, em Alagoas. Até o momento é o único curso de doutorado na área da saúde
no Estado. Os dois cursos possuem conceito 4 CAPES. O PPGCS possui como característica fundamental a
multidisciplinaridade com ênfase na interdisciplinaridade, e conta com docentes de formação tanto nas áreas básicas
quanto na clínica. O PPGCS possui 4 linhas de pesquisa: neurociência clínica e experimental; epidemiologia clínica e
molecular; terapêutica experimental; e bases morfofuncionais do sistema endócrino.
E aí, ficou interessado? Quer fazer mestrado ou doutorado em nosso Programa?
Visite nossa página para maiores informações:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/icbs/pos-graduacao/ciencias-da-saude
Em breve abriremos inscrições!
EVENTOS
DEZEMBRO
Dos dias 3 a 7 irá ocorrer IV Simpósio Brasileiro de Biologia da
Conservação
na UFMG /Minas Gerais
Para mais informações: www.biologiadaconservacao.com.br/ivsbbc
Dos dias 22 e 27 de janeiro irá ocorrer III Curso de Verão Programa de
JANEIRO
Pós-Graduação em Ciências da Saúde(PPGCS) no Instituto de Ciências Biológicas
e da Saúde (ICBS)/UFAL em Maceió/AL
Para mais informações: cursodeveraoppgcs.blogspot.com.br/
Dos dias 28 a 3 irá ocorrer II Curso de Verão em Biologia Celular e Estrutural UFV
2018, na Universidade Federal de Viçosa/ Minas Gerais
Para mais informações: biocel.wixsite.com/cursodeveraobiocel
FEVEREIRO
Dos dias 25 a 02/03 vai acontecer o XXXII Congresso Nacional de
Zoologia em Foz do Iguaçu/Paraná
Para mais informações: cbz2018.com.br
MARÇO
Dos dias 7 a 9 o II Encontro Alagoano de Evolução, em
Maceió/ Alagoas
Para mais informações: doity.com.br/ii-encontro-alagoano-de-evolucao
FIQUE LIGADO!
GESEB
O Grupo de Estudos Sobre Evolução Biológica (GESEB) é um projeto de
extensão iniciado em março de 2015. Ele foi idealizado e criado por
alunos da graduação e pós-graduação que tinham uma preocupação em
comum: a alfabetização científica no Brasil, especialmente no estado de
Alagoas.
De lá pra cá o grupo reuniu alunos de diversos cursos da UFAL para
exercitar o pensamento crítico e estudar sobre Evolução Biológica,
ciência e filosofia da ciência através de encontros inicialmente semanais.
Além disso, nivelamentos, Darwin’s Day, Dia do Paleontólogo, Palestra
e pôster em Semanas da Biologia e o Encontro Alagoano de Evolução
(EAE) que contou com 120 participantes e foi Fomentado pela European
Society for Evolutionary Biology (ESEB).
O GESEB, no momento, prepara futuras surpresas, por isso fiquem
ligado também na página no facebook!!!!
Contato: facebook.com/geseb.ufal
SEXUALIDADE: MÚLTIPLOS OLHARES
Grupo de pesquisa e extensão em Sexualidade da UFAL
(Sexualidade Sob Múltiplos Olhares) promove atividades acerca das
diversas instâncias da sexualidade para o público adolescente, jovem
e adulto.
Para mais informações: gpesufal@outlook.com
PUBLICAÇÕES 2017
Realizamos uma busca na plataforma Lattes dos docentes do ICBS com o objetivo
de levantar a produção científica do instituto no ano de 2017. Foram contabilizados
48 artigos publicados esse ano. Para ver as publicações na íntegra
acesse:https://drive.google.com/file/d/1B362FrHms1jd-bhb4i29yU6yMHM8LJA
Q/view?usp=sharing ou acesse pelo seu celular, com o leitor de QR code!
ENTRETENIMENTO
Assim como nem tudo que reluz é ouro,
nem de toda pupa, sai uma borboleta…
Pois é! Nem sempre de uma pupa de Lepidoptera
sai uma borboleta ou mariposa. O que acontece
é que pode estar com parasitóides, e do casulo pode
emergir uma vespa!
Fonte: Foi observado durante a aula de Biologia dos
Insetos, pelo aluno João Victor Lima dos Santos, matéria
ministrada pela Profª Iracilda.
Menos plástico!
E você pode começar fazendo isso de
maneira simples como, por exemplo,
evitando utilizar copos descartáveis.
Ande sempre com sua caneca na bolsa
(dentro e fora do ICBS) e contribua com o
meio ambiente!
SENSIBILIDADE
“Sensibilizar-se, tomar consciência do sensível.
Tomar-se como responsável por aquilo que
depende um pouco de cada um. Pequenos atos
podem salvar a natureza. Salvando-a nos
salvaremos. Você também é natureza, tanto
quanto borboletas que fazem sua parte: Polinizar!
A biodiversidade depende de pequenos atos!”
Foto: Sibele Lopes, Texto: Islan Santos. Produzidos no Minicurso de Fotografia e Conservação durante a XXXII Semana da Biologia.
CARTA AO LEITOR
Agradecemos a todos que contribuíram
com esta edição e lembramos que o
Boletim do ICBS é um meio de divulgar
os trabalhos e conquistas e qualquer
informação sempre será bem vinda,
assim como qualquer crítica que
contribua para o crescimento desse
espaço.
O que você gostaria de ver no boletim?
Mande suas idéias para a próxima edição!
Contato: boletimicbs@gmail.com
Até a próxima edição!
QUEM SOMOS:
Revisores:
Editores:
Prof. Dra. Ana Malhado
Inaê Vieira
Dr. Davi Teles
Evelynne Cardoso
Dr. João Campos-Silva
Arthur B. Andrade
Jacqueline Costa
Dr. Gilberto Costa Justino
Boletim desenvolvido como requisito de avaliação na disciplina eletiva de Divulgação Científica .