2024.2

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Matrícula - Informações das ofertas de disciplinas PPGCS 2024.2.pdf
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                    Informações das Disciplinas
2024.2

PPGCS – ICBS – UFAL – Campus A. C. Simões - Av. Lourival Melo Mota, S/N – Tabuleiro dos Martins –
Maceió – AL – CEP: 57072-900 – E-mail: ppgcs@icbs.ufal.br – Telefone: 82 3214 1850

Sumário
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS...........................................................................................................................3
MCS016 – Estágio Docência (Mestrado)........................................................................................................... 4
MCS044 – Estágio Docência II (Doutorado)..................................................................................................... 4
MCS032 – Qualificação (Mestrado/Doutorado) e MCS083 – Qualificação (Mestrado/Doutorado).................4
MCS043 - Seminários Avançados em Ciências da Saúde (Doutorado).............................................................5
MCS005 – Seminários (Mestrado)..................................................................................................................... 6
MCS004 - Metodologia da Pesquisa.................................................................................................................. 7
Ementa..........................................................................................................................................................7
Referências....................................................................................................................................................7
DISCIPLINAS ELETIVAS..................................................................................................................................... 8
MCS033 – TÓPICOS ESPECIAIS EM VIROLOGIA ..................................................................................... 9
Ementa..........................................................................................................................................................9
Referências....................................................................................................................................................9
MCS051 – Boas práticas em experimentação murina (Tomo I – Teórica)......................................................10
Ementa........................................................................................................................................................10
Referências..................................................................................................................................................10
MCS057 – Neurobiologia das drogas de abuso................................................................................................11
Ementa........................................................................................................................................................11
Referências..................................................................................................................................................11
MCS059 – Tópicos avançados em Cronobiologia I.........................................................................................12
Ementa........................................................................................................................................................12
Referências..................................................................................................................................................12
MCS098 – Avaliação física e fisiológica relacionada à prática da atividade física, saúde e desempenho
humano.............................................................................................................................................................14
Ementa........................................................................................................................................................14
Referências..................................................................................................................................................14

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DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

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MCS016 – Estágio Docência (Mestrado)
As informações abaixo estarão válidas enquanto não houver a publicação das novas normas.
Não necessita matrícula prévia, sendo computada quando cumpridos junto ao PPGCS os requisitos
necessários (verificar no regulamento do PPGCS e da UFAL).
Para integralização da disciplina, o relatório deve ser entregue para avaliação do colegiado até dois meses antes
da data pretendida para defesa.

MCS044 – Estágio Docência II (Doutorado)
As informações abaixo estarão válidas enquanto não houver a publicação das novas normas.
Não necessita matrícula prévia, sendo computada quando cumpridos junto ao PPGCS os requisitos
necessários (verificar no regulamento do PPGCS e da UFAL).
Para integralização da disciplina, os relatórios devem ser entregues para avaliação do colegiado até dois meses
antes da data pretendida para defesa.

MCS032 – Qualificação (Mestrado/Doutorado) e MCS083 –
Qualificação (Mestrado/Doutorado)
A matrícula na atividade de qualificação deve ser solicitada por e-mail no semestre em que o discente
pretende qualificar.
A matrícula na atividade deve ser solicitada pelo menos com um mês de antecedência da data pretendida
para qualificação.
O orientador do discente deve cadastrar a banca de qualificação com, pelo menos, dez dias de
antecedência da data pretendida.
As disciplinas MCS032 – Qualificação (Mestrado/Doutorado) e MCS083 – Qualificação (Mestrado/Doutorado)
referem-se à banca de qualificação que deve ser realizada em até 15 meses após a matrícula para os alunos do
Mestrado e em até 30 meses após a matrícula para os alunos do Doutorado.

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MCS043 - Seminários Avançados em Ciências da Saúde (Doutorado)
MCS043 e MCS005 não necessitam de nova matrícula se o discente já estiver matriculado em uma destas
disciplinas em algum semestre anterior, devendo os requisitos necessários para aprovação ser alcançados
até o agendamento da defesa.
Normas de frequência e conceitos das disciplinas MCS005 – Seminários (Mestrado) e MCS043 - Seminários
Avançados em Ciências da Saúde (Doutorado):
1) cada seminário terá carga horária de 2h;
2) o discente que obtiver setenta e cinco (75%) da frequência nos seminários, o correspondente a 11 seminários
para o mestrado e a 22 para o doutorado, será aprovado na disciplina;
3) os requisitos para obtenção dos conceitos A, B e C na disciplina para o mestrado serão:
3.1.1) para obter o conceito A frequentar de 14 a 15 seminários;
3.1.2) para obter o conceito B frequentar de 12 a 13 seminários;
3.1.3) para obter o conceito C frequentar 11 seminários;
enquanto para o doutorado serão:
3.2.1) para obter o conceito A frequentar de 27 a 30 seminários;
3.2.2) para obter o conceito B frequentar de 23 a 26 seminários;
3.3.3) para obter o conceito C frequentar 22 seminários;
4) os discentes poderão reaproveitar a carga horária de seminários cursados em outros Programas de PósGraduação (PPGs) da UFAL ou de outra Instituição de Ensino Superior, desde que os seminários tenham sido
frequentados durante a vigência da matrícula na disciplina Seminários e Seminários Avançados em Ciências da
Saúde;
5) serão reaproveitados no máximo 3 seminários (6h) para o mestrado e 6 (12h) para o doutorado;
6) o discente que apresentar frequência inferior a 75% nos seminários será reprovado e receberá o conceito D.
ATENÇÃO: Os discentes devem realizar o próprio acompanhamento de sua frequência.

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MCS005 – Seminários (Mestrado)
MCS043 e MCS005 não necessitam de nova matrícula se o discente já estiver matriculado em uma destas
disciplinas em algum semestre anterior, devendo os requisitos necessários para aprovação ser alcançados
até o agendamento da defesa.
Normas de frequência e conceitos das disciplinas MCS005 – Seminários (Mestrado) e MCS043 - Seminários
Avançados em Ciências da Saúde (Doutorado):
1) cada seminário terá carga horária de 2h;
2) o discente que obtiver setenta e cinco (75%) da frequência nos seminários, o correspondente a 11 seminários
para o mestrado e a 22 para o doutorado, será aprovado na disciplina;
3) os requisitos para obtenção dos conceitos A, B e C na disciplina para o mestrado serão:
3.1.1) para obter o conceito A frequentar de 14 a 15 seminários;
3.1.2) para obter o conceito B frequentar de 12 a 13 seminários;
3.1.3) para obter o conceito C frequentar 11 seminários;
enquanto para o doutorado serão:
3.2.1) para obter o conceito A frequentar de 27 a 30 seminários;
3.2.2) para obter o conceito B frequentar de 23 a 26 seminários;
3.3.3) para obter o conceito C frequentar 22 seminários;
4) os discentes poderão reaproveitar a carga horária de seminários cursados em outros Programas de PósGraduação (PPGs) da UFAL ou de outra Instituição de Ensino Superior, desde que os seminários tenham sido
frequentados durante a vigência da matrícula na disciplina Seminários e Seminários Avançados em Ciências da
Saúde;
5) serão reaproveitados no máximo 3 seminários (6h) para o mestrado e 6 (12h) para o doutorado;
6) o discente que apresentar frequência inferior a 75% nos seminários será reprovado e receberá o conceito D.
ATENÇÃO: Os discentes devem realizar o próprio acompanhamento de sua frequência.

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MCS004 – Metodologia da Pesquisa
Ementa
1-Ciência: definição, contribuição para o desenvolvimento, fraudes e erros; funções e atividades na ciência;
como apresentar dados científicos; como elaborar documentos científicos (projetos e revisões bibliográficas);
uso da biblioteca; normas de redação científica; pesquisa, métodos de investigação; hipótese; noções de
planejamento experimental; análise reflexiva e crítica de textos científicos.

Referências
Alon, Uri, (2009). How to choose a good scientific problem. Molecular Cell 35: 726-728.
Nelson, Bryn, (2009). Empty archives. Nature 461, 160-163.
Omote, Sadao, (2005). Revisão por pares na Revista Brasileira de Educação Especial. Revista Brasileira de
Educação Especial 11(3): 323-334.
Pádua, E. M. M.(2007). Metodologia da Pesquisa: Abordagem teórico-prática. 17ª Ed. Papirus Editora,
Campinas, SP. 128p.
Tomasi, Carolina; Medeiros, João Bosco.(2008) Comunicação Científica: Normas Técnicas para
Comunicação Científica. São Paulo: Atlas. 260 p.
Wu, Jianguo, (2011). Improving the writing of research papers: IMRAD and beyond. Landscape Ecology
26 (10): 1345-1349.
Zuur, Alain F.; Ieno, Elena N.; Elphick, Chris S. (2010). A protocol for data exploration to avoid common
statistical problems. Methods in Ecology & Evolution 1: 3-14

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DISCIPLINAS ELETIVAS

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MCS033 – TÓPICOS ESPECIAIS EM VIROLOGIA
Ementa
- Estrutura e taxonomia viral
- Complexidade dos genomas virais e estratégias de replicação
- Genética e evolução viral
- Interação vírus e células/hospedeiro e mecanismos de escape viral
- Patogênese viral
- Vacinas virais
- Antivirais
- Diagnóstico viral
- Virologia biotecnológica
- Famílias virais relacionadas às viroses gastrointestinais, viroses respiratórias, viroses congênitas, herpesvírus,
arbovírus, hepatites virais, oncovírus, retrovírus.

Referências
BÁSICAS:
1. Santos NSO, Romanos MTV, Wigg MD. Virologia Humana. 3ª edição. Guanabara Koogan, 2015
2. Jane Flint, Vincent R. Racaniello, Glenn F. Rall, Theodora Hatziioannou, Anna Marie Skalka. Principles of
Virology, Multi-Volume, 5th Edition. ISBN: 978-1-683-67358-3 September 2020 ASM Press 1136 Pages
3. Tortora, GJ, Funke BR, Case CL. Microbiologia. 12. edição. Artmed, 2017.
4. Trabulsi LR, Alterthum F. Microbiologia. 6. edição. Atheneu, 2015.
5. Abbas AK, Lichtman AH, Pillai S. Imunologia celular e molecular. 9° ed. Editora Elsevier, 2019.
COMPLEMENTARES:
1. Delves PJ, Martin SJ, Burton DR, Roitt I. ROITT – Fundamentos de Imunologia. 13a edição. Editora
Guanabara Koogan, 2018.
2. Flores EF (Org.). Virologia Veterinária. Santa Maria: Editora da UFSM, 2007.

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MCS051 – Boas práticas em experimentação murina (Tomo I –
Teórica)
Ementa
Compreender e aplicar as boas práticas experimentais em camundongos, associando-as à biossegurança laboral.
Dessa forma, diminuindo-se, assim, tanto os riscos acidentais como os vieses experimentais.

Referências
Nota: Por se tratar de uma disciplina dinâmica, as referências abaixo descritas formarão a base do conteúdo, pois
a atualização de literatura é essencial ao arcabouço a ser ministrado. Diante disso, 15 dias antes do início das
aulas, a bibliografia completa será disponibilizada as discentes matriculados.
HOWARD-JONES, N. Cioms ethical code for animal experimentation. Iclas Bulletin, vol 57:29-36, 1986.
RIVERA, E. A. B. Ética e bem-estar na experimentação animal. Revista do Conselho Federal Medicina
Veterinária, vol. 1(1):12-15, 1992.
UNIVERSITIES FEDERATION FOR ANIMAL WELFARE (UFAW). The Ufaw Handbook on the Care and
Management of Laboratory Animals. 6th ed. London/New York: Churchill Livingstone, 1986.

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MCS057 – Neurobiologia das drogas de abuso
Ementa
Abordar de maneira multidisciplinar os mecanismos associados ao uso de drogas de abuso e seus efeitos
neuropsicofarmacológicos. Serão discutidos processos neurobiológicos do abuso e dependência de substâncias
psicoativas. Finalmente, serão abordadas atualizações científicas associadas às temáticas abordadas.
1. Conteúdo
1.1 Aulas Teóricas
1) Mecanismos farmacológicos das drogas de abuso;
2) Bases neurobiológicas associadas às drogas de abuso.
1.2 Seminários
Em grupo, os alunos irão formular seminário sobre as diferentes substâncias psicoativas (e.g., maconha, etanol,
cocaína/crack, anfetaminas, cafeína, nicotina, alucinógenos e opioides) abordando os seguintes pontos
principais: i. histórico, ii. mecanismo de ação, iii. modelos animais utilizados no estudo das substâncias
abordadas; iv. tratamento, v. atualizações científicas.
2 Formas de avaliação
2.1 Participação dos seminários;
2.2 Formulação de um artigo científico (de revisão) sobre a temática do seminário com base nas regras da
revista Molecular Neurobiology.

Referências
1. Meyer J.S and Quenzer LF. Psychopharmacology: drugs, the brain, and behavior. Sinauer Associates.
Sunderland, MA, 2005.
2. CME Institute of Physicians Postgraduate Press, O'Brien CP, Koob GF, Mee-Lee D, Rosenthal RN. New
developments in addiction treatment. J Clin Psychiatry. 67(11): 1801-12, 2006.
3. Di Chiara G, Bassareo V. Reward system and addiction: what dopamine does and doesn't do. Curr Opin
Pharmacol. 2007 Feb;7(1):69-76.
4. Logrip ML, Koob GF, Zorrilla EP. Role of corticotropin-releasing factor in drug addiction: potential for
pharmacological intervention. CNS Drugs. 2011 Apr;25(4):271-87.
5. Koob GF, Kenneth Lloyd G, Mason BJ. Development of pharmacotherapies for drug addiction: a Rosetta
stone approach. Nat Rev Drug Discov. 2009 Jun;8(6):500-15.
6. Lesscher HM, Vanderschuren LJ. Compulsive drug use and its neural substrates. Rev Neurosci. 2012;23(56):731-45.
7. Everitt BJ, Robbins TW. From the ventral to the dorsal striatum: Devolving views of their roles in drug
addiction. Neurosci Biobehav Rev. 2013 Feb 21. doi:pii: S0149-7634(13)00046-8.
10.1016/j.neubiorev.2013.02.010. [Epub ahead of print]
8. Pacheco, AD et al. Maternal crack cocaine use in rats leads to depressive- and anxiety-like behavior, memory
impairment, and increased seizure susceptibility in the offspring. European Neuropsychopharmacology 44
(2021) 34–50.
9. Freitas-Santos, J et al. Effects of cocaine, nicotine, and marijuana exposure in Drosophila melanogaster
development: a systematic review and meta-analysis. Progress in Neuropharmacology & Biological Psychiatry
134 (2024) 111049.
10. Cavalcante, MB et al. Crack cocaine inhalation increases seizure susceptibility by reducing
acetylcholinesterase activity. Epilepsy & Behavior 156 (2024) 109832.

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MCS059 – Tópicos avançados em Cronobiologia I
Ementa
O Nobel de Medicina e Fisiologia de 2017 foi dado a três pesquisadores americanos por suas descobertas
relacionadas aos mecanismos moleculares responsáveis pela geração de ritmos biológicos em drosófila. Como
estas pesquisas em moscas, realizadas em meados da década de 1980, resultaram em impactos na Medicina a
ponto de serem reconhecidas com esta premiação? Como o conhecimento acumulado na Cronobiologia mostrase hoje fundamental para a área médica? Esta nova abordagem, que tem sido denominada Medicina Circadiana,
ou “CronoMedicina”, consiste no reconhecimento de que ritmos biológicos são propriedades fundamentais de
células e sistemas orgânicos complexos e que se manifestam em uma fisiologia e comportamentos rítmicos.
Padrões cognitivos, de sono e de desempenho físico, secreção de hormônios, neurotransmissores e o
metabolismo em geral são regulados, em grande medida, por um sistema temporizador endógeno. Estes ritmos
circadianos são modulados por fatores ambientais, como luz, exercício e alimentação, e quando há uma
disrupção dessa relação, não raramente ocorrem doenças dos mais diferentes espectros. Além disto, diversos
alvos farmacológicos apresentam variação temporal ao longo do dia e, portanto, a hora da administração de um
medicamento pode impactar na sua eficácia e toxicidade. A compreensão destes mecanismos é fundamental para
a promoção da saúde, seja da perspectiva preventiva, seja através de métodos cronoterapêuticos que podem ser
aplicados em diferentes abordagens clínicas.

Referências
CEDERROTH, Christopher R. et al. Medicine in the fourth dimension. Cell metabolism, v. 30, n. 2, p. 238-250,
2019.
CHELLAPPA, Sarah L.; MORRIS, Christopher J.; SCHEER, Frank AJL. Effects of circadian misalignment on
cognition in chronic shift workers. Scientific reports, v. 9, n. 1, p. 1-9, 2019.
COLES, Meredith E.; STEWART, Elyse. Circadian zeitgebers and treatment outcome in inpatient programs for
obsessive compulsive disorder (OCD): a pilot study. Chronobiology international, v. 36, n. 9, p. 1190-1193,
2019.
DUNLAP, Jay C.; LOROS, Jennifer J.; DECOURSEY, Patricia J. Chronobiology: biological timekeeping.
Sinauer Associates, 2004.
FEILLET, Celine et al. Coupling between the circadian clock and cell cycle oscillators: implication for healthy
cells and malignant growth. Frontiers in neurology, v. 6, p. 96, 2015.
GEOFFROY, Pierre A. et al. Efficacy of light therapy versus antidepressant drugs, and of the combination
versus monotherapy, in major depressive episodes: a systematic review and meta-analysis. Sleep medicine
reviews, p. 101213, 2019.
HONG, Wu; ZHANG, Qinting. Biological Rhythms Advance in Depressive Disorder. In: Depressive Disorders:
Mechanisms, Measurement and Management. Springer, Singapore, 2019. p. 117-133.
JIANG, Fenghua et al. Identification of potential diagnostic biomarkers for Parkinson's disease. FEBS open bio,
v. 9, n. 8, p. 1460-1468, 2019.
KACZMAREK, Jennifer L.; THOMPSON, Sharon V.; HOLSCHER, Hannah D. Complex interactions of
circadian rhythms, eating behaviors, and the gastrointestinal microbiota and their potential impact on health.
Nutrition reviews, v. 75, n. 9, p. 673-682, 2017.
KIVELÄ, Liia; PAPADOPOULOS, Marinos Rodolfos; ANTYPA, Niki. Chronotype and psychiatric disorders.
Current sleep medicine reports, v. 4, n. 2, p. 94-103, 2018.
KO, Caroline H.; TAKAHASHI, Joseph S. Molecular components of the mammalian circadian clock. Human
molecular genetics, v. 15, n. suppl_2, p. R271-R277, 2006.
KOIZUMI, Teruki et al. Circadian patterns of hallucinatory experiences in patients with schizophrenia:
Potentials for chrono-pharmacology. Journal of psychiatric research, v. 117, p. 1-6, 2019.
KUHLMAN, Sandra J.; CRAIG, L. Michon; DUFFY, Jeanne F. Introduction to chronobiology. Cold Spring
Harbor perspectives in biology, v. 10, n. 9, p. a033613, 2018

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KRYSTAL, Andrew D. Sleep therapeutics and neuropsychiatric illness. Neuropsychopharmacology, v. 45, n. 1,
p. 166-175, 2020.
LAING, Emma E. et al. Blood transcriptome based biomarkers for human circadian phase. Elife, v. 6, p.
e20214, 2017.
LEWIS, Philip; FOSTER, Russell G.; ERREN, Thomas C. Ticking time bomb? High time for chronobiological
research. EMBO reports, v. 19, n. 5, 2018.
LEUNG, Lisa et al. Shift work patterns, chronotype, and epithelial ovarian cancer risk. Cancer Epidemiology
and Prevention Biomarkers, v. 28, n. 5, p. 987-995, 2019.
LOGAN, Ryan W.; MCCLUNG, Colleen A. Rhythms of life: circadian disruption and brain disorders across the
lifespan. Nature Reviews Neuroscience, v. 20, n. 1, p. 49-65, 2019.
MARQUES, Nelson; BARRETO, Luiz Menna. Cronobiologia: Princípios e Aplicações. 3ed. Edusp. São Paulo,
2003. ISBN: 85-314-0400-2.
MCKENNA, Helen et al. Clinical chronobiology: a timely consideration in critical care medicine. Critical Care,
v. 22, n. 1, p. 124, 2018.
NICHOLLS, Shannon K. et al. Focus: Clocks and Cycles: Evidence for Internal Desynchrony Caused by
Circadian Clock Resetting. The Yale journal of biology and medicine, v. 92, n. 2, p. 259, 2019.
RESUEHR, David et al. Shift work disrupts circadian regulation of the transcriptome in hospital nurses. Journal
of biological rhythms, v. 34, n. 2, p. 167-177, 2019.
ROENNEBERG, Till et al. Chronotype and social jetlag: A (self-) critical review. Biology, v. 8, n. 3, p. 54,
2019.
ROENNEBERG, Till et al. Epidemiology of the human circadian clock. Sleep medicine reviews, v. 11, n. 6, p.
429-438, 2007.
SHOSTAK, Anton. Circadian clock, cell division, and cancer: from molecules to organism. International journal
of molecular sciences, v. 18, n. 4, p. 873, 2017.
ROSSELOT, Andrew E.; HONG, Christian I.; MOORE, Sean R. Rhythm and bugs: circadian clocks, gut
microbiota, and enteric infections. Current opinion in gastroenterology, v. 32, n. 1, p. 7, 2016.
RUBEN, Marc D. et al. A large-scale study reveals 24-h operational rhythms in hospital treatment. Proceedings
of the National Academy of Sciences, v. 116, n. 42, p. 20953-20958, 2019.
SIT, Dorothy; HAIGH, Sarah. Use of “lights” for bipolar depression. Current psychiatry reports, v. 21, n. 6, p.
45, 2019.
TAKAYASU, Lena et al. Circadian oscillations of microbial and functional composition in the human salivary
microbiome. DNA Research, v. 24, n. 3, p. 261-270, 2017.
YANLING, Xie et al. New insights into the circadian rhythm and its related diseases. Frontiers in Physiology,
2019

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MCS098 – Avaliação física e fisiológica relacionada à prática da
atividade física, saúde e desempenho humano
Ementa
Estudo de parâmetros físicos (avaliação da composição corporal e de fatores de risco cardiovasculares) e
fisiológicos aplicados ao treinamento esportivo, considerados na rotina pré e pós em programas de atividades
físicas voltados para promoção de saúde e aumento do desempenho físico. Parâmetros físicos e fisiológicos nos
diferentes desenhos de pesquisa aplicados à área da saúde e desempenho. Técnicas diretas, indiretas e
duplamente indiretas de mensuração. Apresentação e discussão de temas atuais relacionadas a avaliação física e
fisiológica.

Referências
1. ACSM (2016). Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição/ American College of Sports
Medicine. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan.
2. ELLIS, K. J. (1997). Body composition of a young, multiethnic, male population. Am J Clin Nutr 66(6):
1323-1331.
3. ELLIS, K. J. (2000). Human body composition: in vivo methods. Physiol Rev 80(2): 649- 680.
4. FORBES, G. B. (1999). Body composition: overview. J Nutr 129(1S Suppl): 270S-272S.
5. GOING, S. and R. Davis (2003). Composição Corporal. Manual de Pesquisa das Diretrizes do ACSM para
o Teste de Esforço e sua Prescrição. ACSM. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan.
6. HEYWARD, V. H. and L. M. Stolarczyk (2000). Avaliação da composição corporal aplicada, São Paulo:
Manole.
7. MALINA RM and Bouchard C (2002). Moldelos e métodos para o estudo da composição corporal.
Atividade Física do Jovem ao Atleta: Do Crescimento a Maturação. Malina RM and Bouchard C. São Paulo,
Editora Roca: 83-95.
8. NIH Consensus Development Panel on Osteoporosis Prevention Diagnosis and Therapy (2001).
Osteoporosis prevention, diagnosis, and therapy. JAMA 285(6): 785-795.
9. SILVA, A. M. (2019). Structural and functional body components in athletic health and performance
phenotypes. Eur J Clin Nutr 73(2): 215-224.
10. SILVA, A. M., D. A. Fields and L. B. Sardinha (2013). A PRISMA-driven systematic review of
predictive equations for assessing fat and fat-free mass in healthy children and adolescents using
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